Grey’s Anatomy: Civil War (13×15)

Civil War aposta suas fichas no conflito criado após a chegada de Eliza Minnick ao hospital. E eu não digo isso como parte de um elogio: depois de finalmente enterrarmos a trama de Alex-quase-na-cadeia, a trama do afastamento de Richard da posição de responsável pelo treinamento dos médicos do hospital ainda é a pedra que ainda machuca os pés dos fãs da série nessa difícil temporada.

E o fato de que o foco aqui foram os relacionamentos de Catherine e Richard e Jackson e April não ajudaram especialmente para mim – que não suporta da Catherine faz tempo e que tem urticária do casal Jackson e April (para piorar a minha situação só o fato de que o próximo episódio será centrada neste casal fora do hospital, acho até que vou pular). Catherine que acha que não tem nada demais demitir o próprio marido, a ponto de achar que ele vai voltar para casa, dormir com ela e esquecer o que aconteceu.

Foco nestes relacionamentos e na forma como eles estão afetando o dia a dia do hospital. Ser Ben novamente na sala de cirurgia a tentar mostrar que todos ali estavam perdendo a cabeça e quase matando o paciente não ajudou, porque ainda deixou que a história se mostrasse repetitiva.

Também não ajudou criarem o tal conflito sem sentido entre Alex e Riggs – desde quando qualquer um dos dois iria brigar daquela forma ao invés de pensar no melhor pelo paciente? – e trazerem Amelia de volta ao hospital ainda com a mesma lengalenga de “não sei o que quero de minha vida”.

A impressão geral é que eles se tocaram que tinham deixado Riggs e Grey de lado e criar o tal conflito poderia reaproximar os dois – o que não funcionou dado o fato dela tentar conversar com Riggs e ele sair da sala sem olhar para trás – ou que falta inteligência aos roteiristas para imaginarem forma de não abordar a gravidez da atriz e não destruírem a personagem.

Por exemplo: por que Amelia simplesmente não foi a um congresso ou cuidar de algum caso muito complicado em outra cidade enquanto a atriz precisava da licença maternidade? Owen não ficaria com essa cara de idiota o tempo todo e a gente não ficaria com raiva da personagem.

Ah, sim, Richard descobrir sobre Eliza e Arizona daquela forma foi outra bola fora. De novo os roteiristas parecem esquecer que as pessoas falam antes de detonarem guerras em suas vidas pessoais.

P.S. Eu não lembro, na série, de um episódio com diálogos TÃO RUINS! Se eu fosse paciente é provável que eu pedisse para me deixarem morrer.

P.S. do P.S. O grande mistério é por que Owen ainda quer conversar com a Amelia. Sério, deu, passa a régua. Tudo isso foi longe demais.

P.S. do P.S. do P.S. Se eu posso dizer que o Ben foi o melhor personagem do episódio, vocês podem concluir todo o resto, não é mesmo?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. Há vários episódios não assistia a série, aquela história do Karev me cansou, aí semana passada resolvi assistir.Meu Deus, tá muito ruim.

    Amélia e essa história desnecessária. Pede desculpas e pronto, encerra esse capítulo.

    April e Jackson, sempre me pergunto porque eles não foram os escolhidos para morrer no desastre de avião. O Mark era divertido e jovem Grey (não era apaixonada pela personagem), mas tinha potencial para a história.

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