Rosewood: Fireflies and Fidelity (1×02)

Ainda dando o benefício da dúvida para Rosewood tivemos o bônus de ver o patologista bonitão sem camisa logo no começo do episódio enquanto ele nos dava mil razões pelas quais ele quer viver intensamente depois de ter quase morrido várias vezes. Minutos depois ele tenta nos convencer se dua bondade ao contar à sua mãe que desistiu da fila de transplante de coração por ter menos chance que outras pessoas de que ele dê certo.

E o destaque destas duas coisas logo no meu primeiro parágrafo é porque a série funciona bem mais quando todos estão trabalhando muito e falando menos.

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Tanto que a dupla Villa e Rosewood funcionou bem melhor que no piloto enquanto tentavam descobrir quem havia matado o homem de muitas mulheres – o fato da amante e a esposa terem resolvido matá-lo por causa da terceira foi meio parecido demais com um episódio de NCIS da temporada passada, mas tudo bem. Vejam bem, eu não estou dizendo que adoro os dois juntos, eu prefiro Villa e o Capitão ou Rosewood e o Capitão, para falar a verdade.

Mas o que me irritou no primeiro episódio quase não me irritou aqui.

Eu reclamei das explicações múltiplas de Rosie, mas não reclamo do retorno de sua mãe ou do número musical das garotas no laboratório – ainda não consegui guardar o nome delas, desculpem – porque eles conseguiram tornar a vida pessoal dele interessante, colorida, sem reclamações.

Assim como o cuidado dele com o capitão devorador de jujubas – Villa dizendo que as verdes dão azar foi uma coisa bem sem noção.

Pronto, enquanto escrevo isso cheguei a conclusão do que me irrita: Villa. Villa e seu luto que fez ela quebrar a cara de um homem no bar, Villa e seu constante mau humor. Villa dando tiros no radiador eu gostei, mas vamos combinar que foi um rápido momento.

E eu não sei ainda o que acho da ideia da namorada de Rosie ser a terapeuta de Villa.

 

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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