Criminal Minds: Drive (11×12)

“Um dos mais altos momentos de um homem é, sem sombra de dúvidas, quando ele está de joelhos no pó e bate no peito e fala todos os pecados de sua vida.” – Oscar Wilde

Criminal Minds Drive 11x12 s11e12

Depois de um episódio perfeito como Entropy eu nem vou reclamar de um episódio bem “feijão com arroz” como este Drive. Na verdade estou dando até desconto para o roteiro que requentou o ponto de partida que já vimos em pelo menos duas outras séries: como uma versão ficcional do Uber pode ser usado por um psicopata para cometer crimes.

A primeira vez em que vi o mote sendo usado foi por um pai buscando justiça pelo que fez em sua filha, aqui o recurso é usado por um homem que sofreu abuso no passado do diretor de uma escola que usava como “desculpa” para o que fazia a busca pela retidão moral – e, como bem apontou a Lewis, não tinha problema algum com pais que não questionavam o fato de seus filhos chegarem feridos em casa.

Eu sempre achei que loucura solitária não existe, é preciso que alguém feche os olhos ou seja conivente para que ela tome conta.

Da mesma forma que seu abusador, o rapaz adulto se enxerga como um enviado e começa a matar pessoas “pecadoras” usando uma guilhotina. Bom, uma coisa que não podemos negar é o fato de terem inovado na arma dos crimes.

Agora, aqui entre nós, todo mundo teve seu momento de dúvida quanto ao merecimento do castigo no caso do homem que quase foi a última vítima, não teve?

P.S. Momento muito amor de Lewis e Rossi e o amor deles por carros antigos.

P.S. do P.S. Penélope já está 100% de novo. Mesmo Reid pareceu bem ao longo do episódio.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. O que está atrapalhando CM, pra mim, é essa mania dos crimes acontecerem num espaço de tempo curto e eles descobrirem tudo só olhando as listinhas da Garcia. Cara, uma guilhotina não se monta de uma hora pra outra, nem prevendo se usar poucas vezes. As histórias são boas, mas o desenvolvimento deixa a desejar.

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