CSI: Cyber: Kidnapping 2.0 (1×01)

Gente, sou eu que estou precisando muito poder dizer que assisto a CSI, seja ele qual for, ou esse primeiro episódio de CSI: Cyber foi bem bom? Sim, eu sei, teve a cena herói do Dawson, ops, não, do Elijah Mundo pulando na água para salvar a menininha, bem exagerada e desnecessária, mas de resto eu achei que tudo funcionou bem.

É como se Mundo fosse o Morgan da equipe deles, o Baby Face uma versão rebelde do Reid e o Grummitz a Garcia de calças. Talvez seja por isso que eu tenha gostado tanto…

Mas não foi só isso. Eu gosto muito da Arquette, que entregou a Avery que já tínhamos visto em suas participações na série mãe, mas que também nos entregou sua motivação: um dia um hacker resolveu acabar com sua carreira e quase acaba com sua vida. Liderar o grupo do FBI contra crime cibernéticos é, então, sua busca por justiça.

Sim, eu sei, a gente provavelmente vai topar com ele antes do fim da temporada.

O caso do piloto foi certeiro: quanto de pânico a gente sente ao saber que babás eletrônicas podem ser hackeadas e usadas para leilões virtuais no mundo todo? Olha, eu tô aqui feliz da vida de não ter usado uma, afff!

Tudo bem, eles conseguiram localizar o maluco graças a burrice do próprio, que não sabia que vídeo-games permitem a identificação da localização das mensagens trocadas para inibir comportamento criminoso em suas plataformas. Só que foi preciso Avery entender o objetivo daquelas tatuagens – achei ótimo ela repetindo que eles eram burros demais para guardar a senha – e que Baby Face descobrisse a lógica por trás delas.

Ou seja: um trabalho em equipe muito bem feito. Adoro isso numa série policial.

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P.S. Fiquei pensando aqui como é que DB vai se encaixar na equipe na próxima temporada e fico pensando meio na situação do Hotch com o Rossi. Ou seja, sim, esse primeiro episódio de CSI: Cyber teve cara de Criminal Minds.

Sobre o tema musical…

A música I Can See For Miles, do sempre presente The Who nas aberturas das séries da franquia CSI, é de 1967 e pertence ao álbum The Who Sell Out, tendo também sido lançada em compacto.

Ela é a canção de maior sucesso da banda nos EUA, apesar da gente por aqui conhecer mais Baba O’Riley, além de ser a favorita de Pete Townshend entre todas que ele escreveu, escrita logo após ele conhecer sua esposa e com a intenção de dizer a ela que ele sempre estaria de olho, não importava a distância.

O álbum The Who Sell Out em si é “uma experiência musical”, a ideia do grupo era fazer graça com os comerciais vinculados nas rádios, então eles inseriram propagandas fictícias entres as músicas do lado A.

Particularmente eu achei a escolha muito acertada, afinal, o trabalho da equipe muitas vezes é olhar as coisas a quilômetros e quilômetros de distância.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

2 Comentários


  1. Eu particularmente não gostei desse episodio, achei mal feito quando aparece a criança, uma no colo do suposto pai e a outra quando “Dawson” tira ela da água, perfeitamente um boneco . Em uma série dessa categoria não deveria acontecer essa falha. Enfim, vamos esperar o 2º episodio.

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    1. Oi Nina, eu realmente não prestei muita atenção a este detalhe, mesmo, até porque acho que minha mente vai no automático quando o assunto é bonecos bebês: sempre é, não tem que se surpreender…

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