NCIS: Homesick (11×11)

Episódio aquece coração de NCIS é sempre mais gostoso – mesmo quando a neve cai na telinha e todos estamos derretendo na vida real.

NCIS: Homesick (11x11)

Carol: “Bondade… Eu gosto de bondade!” – Ah, eu também Carol, eu também!! Gostaria que fosse contagioso o ano todo!

E os roteiristas não deixaram nada de lado para nos fazer ficar aflitos e depois realizados: colocaram crianças nas bases navais doentes, o que amoleceria qualquer coração. E então colocaram todo mundo da equipe totalmente empenhado em resolver a questão e garantir que todos voltariam sãos e salvos para casa. Carol reaparece, sempre querida, e cuida de descobrir o que está deixando as crianças doentes, junto com Palmer e Abby.

Já os demais correm por pista para descobrir como a doença afetou tantas crianças em tão diferentes locais. O que a gente não sabia era que essa descoberta ia fazer toda a diferença para que o pessoal do laboratório identificasse o vírus (bactéria?) e pudesse realmente resolver o caso. Eu sabia que o pessoal do roteiro não ia partir nosso coração no episódio de Natal, mas confesso que ao longo do episódio eu tive as minhas dúvidas.

Ah, não dá para esquecer: Vance também teve trabalho, vamos dizer que basicamente “interno”, com o aparecimento do pai de Jack na cidade. Eu confesso que eu não sei se eu o perdoaria, mas como resistir ao discurso da Abby sobre os sentimentos contagiantes do natal?

P.S. Acho demais que todos os anos o pessoal de NCIS deseje feliz Natal ao pessoal que protege o país. Muito amor!

P.S. do P.S. Na torcida para que Palmer

P.S. do P.S. do P.S. Tony: SENSACIONAL a constatação que Gibbs é um “ginger boy” após tantas esposas ruivas! E acho que ele gostou dos biscoitos!

P.S. do P.S. do P.S. do P.S. E a vontade de desejar Feliz Natal pra todo mundo quando acabo esse texto, faz como?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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