Bates Motel: Trust Me (1×04)

Estou cada vez mais apegada ao Dylan e algo me diz que isso não acabará bem para mim ou para ele, afinal ele parece o mais perto da normalidade em Bates Motel e eu duvido que alguém sobreviva por muito tempo nesta cidade com esta condição.

Bates Motel: Trust Me (1x04)

Neste episódio, então, é impossível não achar que ele leva jeito para herói, primeiro quando ele dá um jeito para que Zack não pegue Norman dentro de sua casa, depois ele é a pessoa mais acolhedora com a estranheza de Norman que não tenha um agenda própria, finalmente ele de toda forma tenta proteger o caçula da mãe – apesar de eu realmente não saber mais aonde termina a loucura dela e começa a de Norman.

Por exemplo: apesar de termos visto que Norman realmente imaginou que sua mãe o mandava buscar o cinto, é impossível não achar que ela usa a instabilidade dele para manipulá-lo com mentiras e nenhum de nós sabe até onde essas mentiras vão, do que ela é capaz.

Eu não confio em Shelby, e isso mesmo antes dela ser presa ao final do episódio, e não consigo acreditar que Norman tenha imaginado o que encontrou no porão dele, do outro lado fico pensando porque ele teria escondido tudo se não sabe que Norman esteve ali. Ou ele sabe?

Nada por aqui é o que parece e eu tenho medo demais disso. Ao mesmo tempo: adoro essa sensação de que eu não sei o que virá em seguida, o que é verdade e o que é imaginado.

Norman e a Bradley? O que vocês acham: verdade ou imaginação?

Agora, vamos falar de mamãe: mais alguém ficou pensando que seria lógico encontrar fios do carpete do motel no relógio de Keith já que ele era o dono do motel e provavelmente foi até quem instalou o carpete por lá? Se fiquei boba de Norma não ter pensado nisso, essa inocência dela aliada ao desespero pela possibilidade de ser pega me fez pensar que esse foi realmente seu primeiro crime e que a morte do marido não estaria sobre suas costas – epa, isso mais os delírios de Norman te fazem pensar o que?

A questão é que, do jeito que a série está sendo construída, não podemos deixar nenhuma hipótese totalmente de lado, não é mesmo?

 

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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