Supernatural: …And Then There Were None e My Heart Will Go On (06×16 e 06×17)

Mil perdões aí, meu povo, mas me enrolei geral e só ontem consegui assistir ao episódio de Supernatural que perdi semana passada, sendo que quinta passada passei longe longe do blog, não é? Mas sempre é tempo de acertar a vida e recuperar o tempo perdido.

Os dois episódio foram muito bons, diria eu que deram uma bela levantada na temporada, não é mesmo?

Em …And Then There Were None eu passei quase o episódio toda aflita. Não bastasse o tal bicho sem nome ser nojento, ainda tinha essa coisa do Rufus não perdoar o Bobby – e eu amo o Bobby e eu acho que ele é um cara tão legal que não aceito a ideia de alguém não perdoá-lo, pouco importa o que ele tenha feito – e a possibilidade de ficarmos sem ele.

Acho que até parei de respirar quando a cabeça de Bobby cai e a tela fica negra… Só me acalmei quando o vi ali em pé, segurando uma garrafa de Blue Label.

Apesar de ter gostado, continuo achando que a temporada está bastante irregular quando o assunto é continuidade: são lançadas mitologias que depois ficam esquecidas por episódios. Quando retomadas eu levo um tempão para saber do que estão falando. É o caso da tal mãe de todas as criaturas, cujo nome remete a Eva dos cristãos – e meu lado feminista fica irritada porque estamos novamente colocando uma mulher como culpada pelos males do mundo, mas aí eu lembro que a gente não deve levar a sério Supernatural, não é? – mas cuja origem ainda não ficou nada clara.

Ah, vou sentir saudade do Rufus, ele tinha tiradas ótimas.

Mas My Heart Will Go On foi O episódio. Eu já amava Balthazar e, agora, sou fã número um: ele volta no tempo, não deixa que o Titanic afunde, porque não gostou do filme e da música de Celine Dion! Tá, depois Faith (Destino), explica que tudo pode ter feito parte do plano de Castiel para aumentar seu exército, mas eu realmente gosto mais da primeira explicação.

Jamais teria imaginado Bobby e Ellen casados. Depois que vi como a história ficou eu realmente torci para que eles conseguissem uma solução que não fosse o afundamento do navio… Mas eu sabia o tempo todo que não ia dar certo.

O que eu sei é que, em meio a anjos, mitologia grega e volta ao passado, eu me diverti demais. Vocês também?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. confesso que sou uma fã deslumbrada mas sou apaixonada por essa série e estou vibrando pela 7a. temporada então confirmada \o/

    fiquei muito triste por Rufus ter ido embora, ele sempre qd apareceu rendeu ótimas cenas além do que me fez vibrar bastante ver o Rufus e o Samuel juntos pois foi isso foi pra mim um vislumbre de Arquivo X, juntos na mesma cena o Senhor X e o Diretor Skinner OAWW

    só mesmo o Balthazar para fazer Titanic render boas risadas 🙂
    e mais uma vez o Cas preferiu os brotha Winchester, ou seria o Dean Winchester? shippers de plantão devem ter alucinado 🙂
    sim pois SPN tem os shippers mais incríveis como os próprios personagens já mencionaram em episódios, por isso “que a gente não deve levar a sério Supernatural, não é?”

    euuuu aqui me diverti abessa !!!

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