Revista Bicicleta, já viu?

Eu já disse que minha relação com a bicicleta não é nada esportiva, certo? Agora, você já prestou atenção na banca às revistas que falam sobre o assunto? Nas capas alguém bem musculoso, usando um roupa bem colorida, enfrentando alguma trilha complicada ou uma corrida com montes de competidores.

Então quando, em dezembro, eu vi uma revista na banca que falava da bicicleta como meio de transporte urbano eu tive que comprar, afinal, a abordagem tinha a minha cara.

Comprei o primeiro número, devorei rapidinho as colunas sobre o uso da bicicleta como meio de transporte, as dicas de cyclechic e as histórias de pessoas que, como eu, resolveram mudar algo tão simples assim e acabam mudando muito mais. Além disso, encontrei colunas de gente que eu já conhecia daqui da rede ou da vida real, como a Verônica Mambrini e a Mulher de Ciclos.

Não só gostei como virei assinante – achando sensacional o jeito informal como esse processo ainda funciona – e tenho frequentado o site.

No segundo número mais sobre Cycle Chic, as meninas do Pedal de Salto Alto e a discussão sobre um preconceito que prejudica a adoção da bicicleta: muita gente não usa porque acha que bicicleta é coisa de pobre. David Byrne aponta esse como o principal impecílio para o uso da bike na cidade de Buenos Aires, que seria um cenário natural, já que é plana e tem temperatura amena a maior parte do ano.

Graças a Deus as novas gerações tem abandonado o preconceito, muito por conta do apelo sustentável, mas estamos longe de ter ruas dominadas pela bicicleta como acontece na Europa.

Além disso, a revista traz dicas para quem tem em casa crianças loucas para descobrir o mundo da bicicleta, faz avaliação de modelos lançados, dá dicas de acessórios e fala de passeios aqui e fora do país.

*Este post não é publieditorial, patrocinado unicamente pela minha opinião 😛

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

2 Comentários


    1. Acho que não falta assunto. dar dicas para quem quer começar, falar das ciclovias, falar do turismo de bike, dos grupos, dos modelos, dos acessórios, da moda… 😛

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