Supernatural: Twigs & Twine & Tasha Banes (12×20)

Pronto, acabou a lua de mel entre Mary e Ketch e vamos dizer que ela poderia ser um pouco mais clara no recado que deixou para o Dean ao telefone, certo? Algo como “Descobri que mataram Mike e eles colocaram escutas no bunker, preciso de ajuda”. Se bobear ia ser mais rápido ainda que o recado que ela deixou.

Mas isso é assunto para o próximo episódio, acho eu. Por enquanto vamos ficar com a morte de Tasha e a decisão do filho dela de assumir o tal acordo. É daquelas coisas que não tem como acabar bem.

Na boa, eu não consigo ver como essa ideia de fazer um pacto com demônios para se tornar mais poderoso pode ser atrativo para alguém. Ou pelo menos eu não sabia, até que a morte de Alicia acaba por funcionar como incentivo para que Max o faça. O rapaz estava se sentindo bastante culpado, eu sei, porque não tinha dado bola para as preocupações da irmã e porque sua mãe acabou morta.

Tanto isso era claro que eu estranhei o fato de Sam e Dean irem embora numa boa deixando-o sozinho para queimar os corpos. E nem dá para dar a desculpa de que eles estavam distraídos porque eles só ouviram o recado da Mary depois de saírem.

Será que os dois ficaram assim porque eles mesmos não saberiam lidar com a eventual perda de sua mãe de novo? Como não souberam lidar quando a ceifadora ia levar Mary ao invés de Dean?

P.S. O máximo sobre Castiel que tivemos foi o Dean preocupadão e depois resolvendo ir caçar. Essa é a parte em que a gente fica irritada com eles, não é?

P.S. do P.S. Dean e vinho é algo inédito.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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