Grey’s Anatomy: Something Against You (12×07)

Quanto amor por este episódio de Grey’s Anatomy, senhoras e senhores!! Eu achei que abordaríamos o drama entre Owen e Riggs, nosso novo médico bonitão, mas Shonda planejava bem mais que isso.

O drama de nosso ex-chefe-ex-Cristina não foi deixado de lado: além de uma constrangedora cena em que ele questiona Bailey na frente de seus colegas, bastante descontrolado, vemos Owen novamente assombrado pelos fantasmas da guerra em seus sonhos, o que não acontecia desde o início de sua relação com Cristina.

Não sabemos o que aconteceu entre os dois no passado, mas Meredith aqueceu o coração de todos os fãs da série ao mostrar a Owen que ele não está sozinho – cumprindo a promessa que ela fez a sua melhor amiga.

Grey’s Anatomy: Something Against You (12×07)

Só que o episódio foi bem mais que isso: não deixou de lado a insegurança de Jo, que na verdade cresce a cada momento e que precisará de uma solução logo logo, antes que alguém dê na cara dela ou ela fuja do hospital; mostrou Meredith tentando uma nova forma de lidar com a presença de Penny, e se eu ainda não gosto da guria preciso admitir que ela está sendo bastante madura, coisa que não posso dizer de sua namorada – aqui entre nós Callie em uma nova relação volta a realçar o quanto ela é insegura nos aspectos pessoais de sua vida; e trouxe leveza para Arizona, que resolveu se aventurar na vida de solteira e acabou por encontrar um improvável parceiro de saída em Richard.

Só que o que precisamos falar mesmo foi da maestria como machismo e racismo foram bem abordados pela trama: a presença de Riggs coloca primeiro Maggie, Amelia e Meredith falando sobre as dificuldades de ser mulher em ambientes de trabalho, onde até mesmo mulheres subjugam  outras mulheres.

Depois, ainda por conta de Riggs, e por conta do acontecido há dois episódios entre Amelia e Edwards, temos Maggie brilhando ao final do episódio falando sobre o que é viver sob a sombra do racismo enquanto tanta gente a sua volta nem ao menos percebe que ele está acontecendo.

Naquele momento a minha vontade era atravessar a TV e abraçar Maggie. Já que não posso isso, preciso é levar comigo o que ela falou, pensar nos privilégios que tive, cada vez que a dúvida que passou pela cabeça da Amelia passar pela minha também.

P.S. Me recuso a falar de April e Jackson.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

6 Comentários


  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, Greys voltando com força total depois de uma temporada HORRÍVEL…..

    Ahhhhhh eu gosto da April e do Jackson….tudo bem q ela fez uma M….bem gde e acha q só sorrisos e desculpe vai resolver tudo…..sorry baby não é assim.

    Fevereiro está tão longe :p principalmente para quem parou de assistir em Novembro 🙁

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    1. Eu nunca gostei muito dela, então esse ato de egoísmo foi o prego no caixão, sabe? Mas é Shonda, né? Então vai ter ida e volta e ida e volta e ida e volta.

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  2. Jo e April, deveriam ter caído daquele avião. Afinal foi muito injusto o Mark ter morrido. Duas chatas e que não acrescentam nada na série.
    Coitado do Hunter, parece estar sofrendo muito.
    A Callie vai acabar levando um chute da Penny.

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    1. Pobre Mark, e o ator nem queria sair, humpf.

      A Jo não me irritava tanto, esta última fase dela é que está sem noção, já a April desde sempre, desde sempre, affff.

      Olha, duro será ter de ficar do lado da Penny porque ela vai ter razão.

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  3. Callie tá um saco!
    Quanto à Maggie, nunca me apeguei à personagem… acho que a Shonda meio que a empurrou goela abaixo da gente, sem muito tempo, sei lá. Ou pode ser porque eu gostava demais da Alex e fiquei com ciúme. Mas esse episódio foi mesmo fantástico, a personagem e a atriz brilharam, e esse trecho final é pra nunca mais esquecer.

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