NCIS: Double Blind (10×23)

Há muito tempo atrás NCIS brincou com meu coração e levou Gibbs pra longe. E eu xinguei neste mesmo blog que você lê agora. Lembro que, no retorno, eu xinguei porque eles não aproveitaram melhora trama já que tinham se arriscado tanto ao colocar o personagem favorito de todo mundo – sim, todo mundo tem outro favorito, eu a Abby, você o McGee, outro o Dinozzo, mas sem Gibbs não tem NCIS e pronto – de fora. E lá vem eles e brincam de novo comigo.

NCIS: Double Blind (10x23)

Alguém viu esse golpe final chegando? Eu não, confesso que Colin me enganou direitinho com seu jogo: comecei até gostando dele no carro com os garotos, depois achei que ele ia com tudo para cima da Ziva. Quando Tony o embosca no elevador e ele sai pela tangente,  eu penso em Vance. Somente quando McGee levanta o único ponto em comum em todos os casos examinados por Colin é que eu me toco do quanto aquela dispensa que ele deu no Gibbs tinha de significado.

Por conta de nossa atenção desviada para o que rolava entre as paredes do “quartel”, eu não liguei muito do caso investigado ser meio confuso – confesso, vi o episódio duas vezes para conseguir entender – apesar de bem sacado: o que você faria se você fosse seguido e filmado o tempo todo? Achei muito louca a ideia do cara simplesmente ter esquecido que estava sendo seguido e mesmo assim ficar cada vez mais nervoso em relação ao que lhe acontecia.

Mas, não adianta, tudo que a gente queria ver era o pessoal da equipe, um cuidando do outro, como uma grande família.

Mesmo quando acontecem alguns problemas de interpretação:

Tony: “Meu hebraico não deve ser tão bom quanto eu pensei, porque eu poderia jurar que, quando lhe deixei no aeroporto,  eu lhe disse que você não estava sozinha.”

Sim, Tony, você disse. Eu  só não sei ao certo se ela não entendeu ou preferiu ignorar.

P.S. Abby sendo provocada por Colin: muito bom! E Abby mandou melhor ainda com seu “Evil McGee”.

P.S. do P.S. Tadinho do Tony! Queria abraçá-lo naquele momento! Agora, achei muito significativo ele deixar Ziva sozinha ali logo em seguida.

P.S. do P.S. do P.S. Double Blind é o nome dado aos testes farmacêuticos, quando nem o paciente tratado nem o médico que está executando o teste sabem quem está realmente tomando remédio e quem está com o placebo. Aqui eu acho que era mais “one blind” já que ninguém sabia quem Colin afinal queria investigar.

P.S. do P.S. do P.S. do P.S. E  a carinha do Tony quando Ziva chega com seu novo carrão, heim?

 

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

3 Comentários


  1. enfiaram a faca no peito 2 vezes … sim 2 vezes, como assim a Ziva faz o que faz e ainda diz na cara de pau o que disse para o Tony
    tô revoltada …. afff

    e de novo o Parsons gira e gira e gira e o alvo certo é o Gibbs ??? comofass
    se esse garoto fizer algum mal para meu fuzileiro favorito vou dar muitas palmadas na bunda dele … e nem o pai Tom Hanks vai poder evitar

    Responder

  2. Gibbs é o ponto central do grupo. Eu desconfiei que fosse ele o investigado no momento em que disseram que o único ponto em comum era o Vance (achei estranho, mas era para desviar o foco). Acho o Colin Hanks muito parecido com o Sean Murray. Então, o Evil McGee da Abby coube direitinho. E quanto ao Tony? Meu Deus, me partiu o coração. E o final, hein? Gibbs atira ou não atira no agente do FBI (que vocês sabem quem é, não?)

    Responder

Deixe uma resposta