Once Upon A Time: Desperate Souls (01×08)

Well, well, well, teria Runplescoiso sido um homem bom antes de tudo ou ele já tinha algo de mau e o poder adquirido apenas trouxe isso a tona? Seja uma ou outra resposta a questão é que agora sabemos que ele um dia foi uma alma desesperada e alguém como ele consegue perceber perfeitamente quando outras almas estão no mesmo estado, dispostas a tudo, pois tem tudo a perder.

Assim ele percebe que Emma precisa desesperadamente se conectar com Henry novamente e arma o passo a passo para que ela descubra sobre o incêndio, o denuncie e ainda lembre que lhe deve um favor. Engraçado é que, no fundo, a história dos dois nem é tão diferente assim.

Com a diferença é que ele aprendeu muito antes que ela que os pequenos detalhes – adorei quando ele falou das pequenas armas, uma agulha, uma caneta, a ponta fina de um acordo – fazem toda a diferença: ele foi enganado pelo Senhor das Trevas, toma seu lugar, consegue matar seus inimigos, mas ainda assim perde seu filho. Ou seja, ele tem tudo, e não tem nada.

De volta a Storybrooke ele consegue colocar Emma numa posição em que ela poderá ajudá-lo no futuro, mas algo me diz que é não é exatamente isso que ele está querendo, de que existe um desejo de garantia de que, caso o feitiço seja quebrado, ele ainda fique em vantagem, da mesma forma que ele fez com a rainha Má.

P.S. Todos nós temos fascínio e medo por Runplescoiso, não é mesmo? Carlyle está dando um show em seus papéis.

P.S. do P.S. Pensei muito naquele episódio de Supernatural em que o demônio tomou o corpo de um cara que já tinha vocação para assassino em série, sabem? Então, mesma questão: existem pessoas em que o mau já está lá. Simples assim.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

10 Comentários


  1. REvi esse episódio no fim-de-semana e novamente fiquei impressionada com a atuação do Carlyle. O cara é MUITO bom!

    Adoro esse episódio por mostrar as origens do Rumpel (ele já foi “gente” um dia) e traçar as semelhanças com a Emma. Acho que não havia maldade nele antes; o que havia era uma fraqueza extrema, que se manifstava na covardia, e que o fez ceder diante das promessas de poder eterno.

    “Every magic comes with a price…”

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    1. P/ mim ele sempre foi mal sim! É como diz o ditado, quer saber como é realmente 1 pessoa, de o poder a ela.

      Eu não entendi o que aconteceu c/ a suposta mãe do filho dele.

      Não é só nós que temos dificuldade de falar o nome dele, o cavalheiro também teve! rs…

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      1. Ela fugiu quando ele fugiu da guerra e acabou sendo conhecido como o covarde da vila.

        Olha, se você procurar vai ver o nome de tanto jeito, risos…

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    2. Essa frase marca muito bem, não é?? Até aqui foi meu episódio favorito e acho que você pode ter razão quanto ao fato dele só ser um fraco… Quem sabe ele até fica bonzinho no final.

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      1. Essa frase será muito repetida…

        Sem dúvida é um dos meus episódios favoritos. A essa altura, já estou com vontade de ver a temporada inteira de novo. 😛

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  2. Olá!
    Concordo com vcs!
    Esse episódio foi muito bom.Embora ele fosse fraco ou covarde, ele ganhou confiança o suficiente para roubar a adaga e tentar salvar o filho. Isso foi um ato de amor!Mas logo fiquei pensando: será que ele só fez isso para não passar o resto da vida sozinho? Porque em uma das cenas ele diz que o filho é tudo que ele tem na vida.Definitivamente o nome dele é muito difícil para pronunciar! Soletrar então…nem pensar!Mes

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    1. Sem querer apertei o “enter” e não completei a frase.
      Queria dizer que mesmo assim ficou no ar: o que é que aconteceu com o filho dele depois de tudo que ele fez? Depois de ter assistido de camarote o pai matar todos os soldados? Bjs e bom feriado para todos!

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