Once Upon A Time: conversando com Jennifer Morrison

O espaço estava bastante disputado hoje quando jornalistas e blogueiros brasileiros tiveram a oportunidade de conversar com Jennifer Morrison, a Emma Swan de Once Upon A Time. E não foi somente por conta do sucesso da série por aqui, que parece conquistar mais e mais fãs, de todas as idades, pois todos ali se mostravam fãs da atriz – linda, simpática e fofa.

As perguntas para a atriz foram sobre a série, sobre House e, até mesmo, sobre as dificuldades de dirigir um fusquinha 1974.

Ela contou que ficou muito feliz quando foi escolhida para o papel de Emma, que representa a esperança para os antigos habitantes do mundo de contos de fadas, hoje presos na cidade de Storybrooke, e que se apaixonou assim que começou a ler o script.

Sobre as filmagens, realizadas em Vancouver, ela confessou a dificuldade de lidar com frio, já que por lá parece sempre estar chovendo.

Jennifer diz que sua personagem se sente sob constante pressão na tentativa de ajudar Henry, o filho que deu para adoção, mesmo que Emma não se reconheça como uma heroína ou não tenha aceitado ainda que ela é que salvará a todos. Na verdade, ao desenvolver seu papel ela diz ter se focado mais no passado de Emma, nas dificuldades que ela enfrentou tendo sido abandonada tão nova, usando isso como base para os sentimentos com que a personagem lida e que ela e a personagem estão descobrindo juntas o que realmente significa ser “a filha da Branca de Neve”.

Sobre sua rival Regina, ela surpreende: “Regina é sua maior inimiga, mas não é que Emma odeie a Rainha Má, o que a incomoda é a questão dela não ser tão boa para Henry quando ela acha que ela deveria ser.”

E ela não hesitou em apontar que House pode ser bem mais perigoso que uma bruxa de contos de fadas, já que ele sabe usar muito bem sua inteligência para manipular as pessoas.

Ainda foi engraçado a atriz apontar que trabalhar em House serviu como bom preparatório para esta série, já que a primeira é uma série “cínica” por definição, e aqui Emma se mostra a mais cética quanto ao mundo de contos de fadas apresentado por seu filho. Por que engraçado? Porque eu não pude deixar de pensar que lá, no hospital, a personagem de Jennifer muitas vezes era aquela que tentava convencer o doutor sobre amor, verdade e fé.

Jennifer ainda contou ter crescido rodeada pelas versões da Disney para os contos de fada, destacadas histórias como A Bela e A Fera e Cinderela como aquelas que ouvia antes de dormir, sendo que Once Upon a Time lhe remete muito aos contos de Natal e sua mensagem de esperança.

Perguntada sobre como será a Emma dos contos de fada, uma moça forte como na vida real ou o contrário disso, já que os personagens em Storybrooke aparentam personalidade oposta a que tinham nos contos de fadas, Jennifer dá sua versão da história: “A maldição causa essa diferença nos personagens nos dois mundos, fazendo com que suas personalidades sejam afetadas, já Emma nunca foi afetada pela maldição, ela foi criada no mundo real, então eu acho que ela seria a mesma nos dois mundos… Isso é o que eu acho, mas eu não sei de nada.”

Para quem está assistindo a série pela agenda do Canal Sony, Jennifer adiantou que no 17º episódio a personagem passará por situações parecidas com as de Alice no País das Maravilhas, uma de suas personagens favoritas quando criança, assim como Cinderela, que Emma teve a oportunidade de ajudar no quarto episódio, já exibido por aqui.

Perguntada sobre o que ela acredita ser o “Felizes para sempre” dos contos de fada e sobre o seu príncipe encantado ela respondeu que atuar era seu sonho de infância e que poder fazer isso hoje faz com que ela viva esse sentimento todos os dias.

Já sobre o príncipe encantado (preparem-se moços): “eu dou valor a honestidade, gentileza e a um coração generoso e procuro por alguém para viver comigo uma aventura”.

Sobre estilo ela contou que muitas das roupas usadas pela personagem são dela, então em verdade as duas tem estilos semelhantes, sendo que ela prioriza o conforto e gosta de roupas clássicas, com um ou outro detalhe para fazer a diferença. Na verdade ela disse algo que vale levarmos conosco: manter no ato de vestir aquela alegria que temos quando somos meninas e usamos nos divertimos em usar um vestido ou um sapato.

Em várias de sua respostas, na verdade, Jennifer demonstra ser uma pessoa que acredita em finais felizes: ela acredita que a beleza vem da força e confiança das mulheres, umas das coisas que ela gosta muito nas personagens da série. Ela também se sente feliz por participar de uma série que tem essa mensagem tão positiva e tão forte.

Ah, lembram sobre a pergunta sobre o Fusca 1974? Então, Jennifer achar que dirigir o carro é bem mais difícil que atuar, mas ela já aprendeu e, ao que parece, é a única que realmente consegue fazê-lo no set de gravação.

Um sonho ainda não realizado: um papel de garota forte, lidando com armas, estilo Terminator.

P.S. Adoro quando vejo um jornalista se mostrar fã de verdade, estilo “no fim, somos todos iguais, guiados pela paixão”.

P.S. do P.S. Ela não contou nada sobre o episódio final de House, apenas garantiu que temos que ver. Tá, ela conseguiu me deixar curiosa, a despeito dessa temporada estar sendo uma tortura.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

6 Comentários


  1. Ela tá ruiva?!

    Melhor parte do figurino de Emma: os casacos. Adoro casacos, sempre reparo. 🙂

    Nem me fala de House… os episódios finais estão angustiantes.

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    1. Tá sim, lindona!! Agora fiquei na dúvida: será que ela é natural ruiva ou loira?

      Ela disse que a jaqueta preferida dela é a azul. Eu tbm fico babando.

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  2. que máximo essa entrevista … estou super feliz com tudo que foi dito
    a série é de longe uma das melhores desta temporada

    e sobre House é realmente torturante o que se passa neste temporada … credo

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