CSI NY: Can You Hear Me Now? (04×01)

* publicado originalmente em 03/10/2007

NY S4 E1

Você ainda está pensando no episódio Snow Day, que encerrou a terceira temporada de CSI:NY? Foi bom mesmo… E a estréia da quarta temporada não deixa nada a desejar. nada mesmo. Bom, tá, algo me deixou chateada… Acho que me deixou revoltada: a remixagem da música do The Who. Isso é um crime e deviam mandar para a cadeira elétrica o culpado pela sacanagem, humpf!

Can You Hear Me Now começa com Mac voltando de Londres, onde passou um tempo com a família de Peyton. Ela ainda ficou por lá para curtir mais umas semanas.

Ainda no avião ele recebe uma ligação de Flack. Um crime aconteceu e sangue escorre pelo rosto da Estátua da Liberdade…

Dentro da coroa da estátua uma das seguranças foi assassinada. Teve sua garganta cortada. Outro segurança está desaparecido. O sangue que escorre pelo rosto da estátua não é da mulher morta.

Num daqueles binóculos típicos dos pontos turísticos americanos a existência de sangue chama a atenção da equipe, mais ainda, o fato dele estar preso com um tipo de fio, de maneira a não ser tirado do lugar.

Do outro lado da baía um homem em uma cadeira. Inicialmente Mac e Stella acreditam que possa ser o assassino, mas Mac consegue ver que o homem está morto. Já no local do crime uma mensagem em sua barriga, escrita com sangue, indica que mais duas mortes ocorrerão. Começa a corrida contra o relógio.

As pistas são muitas, mas não ajudam tanto: o fio que prendia o binóculo era uma corda de piano. O pedaço de metal encontrado n a boca da vítima pertence a uma caixa de música que toca uma obra muito especial de Mozart. A cola na pela da segurança e do braço do segurança desaparecido, que acaba sendo encontrado no mar, é, na verdade, camisinha em spray. Isso, você não leu errado. Foi a pista que gerou a cena fofa da noite, quando Lindsay coloca o spray no bolso de Danny, prometendo um teste noturno, hehe.

 NY 04×01

O rapaz assassinado no telhado leva Stella a um lugar conhecido: o edifício e o beco que serviram de cena para o assassinato de uma garota, nunca solucionado. O principal suspeito da época, o administrador do prédio, era namorado da garota na época, e ainda não se conformou com a morte.

Tá, você acha que já sabe quem é o assassino, e vem os roteiristas e acabam com você.

Mac conclue que as mortes dos seguranças da estátua foram acidentais, eles pegaram o rapaz no pulo ao espalhar o sangue, que era do morto no telhado, a primeira vítima. E o próprio assassino conduz a equipe de maneira a encontrar a segunda vítima, com uma ligação, acho que ele apenas não imaginava que eles conseguiriam salvá-lo.

A segunda vítima é mais um morador do prédio onde a garota foi assassinada. Ela se torna o elo entre as mortes, o que faz com que Stella comece a olhar o caso com outros olhos.

No apartamento da primeira vítima, uma fita na secretária eletrônica. Junto da segunda, um celular com uma mensagem gravada. Em uma das mensagens a descrição de um homem, na outra a descrição de um carro.

A caixinha de música leva a equipe a uma famosa pianista que também morava no prédio. Ela recebe estranhas flores negras e um bilhete indicando que ela deve ficar calada. As pistas obtidas nas duas mensagens ouvidas pelo equipe identificam o assassino do caso não solucionado pela polícia. E, é claro, ele acaba sendo pêgo enquanto a pianista se apresenta em um hotel da cidade.

Tudo acaba se encaixando como um quebra cabeças, pena que quando Stella se toca ela está junto do assassino: sim, o namorado da garota morta.

Ele não se conformava com o fato das pessoas que assistiram ao crime não falarem com a polícia, mesmo quando ele estava sendo acusado do assassinato e traça o engenhoso plano para vingar-se: o primeiro rapaz viu o crime de sua cadeira no telhado, o segundo da janela de seu quarto, a pianista era a melhor amiga da morta e estava com ela no momento do crime.

Sim, tudo acaba bem, mas a perseguição que Stella faz ao assassino nos rende bons sustos.

No pano de fundo de toda história um novo mistério: Mac recebe ligações anônimas, em que ninguém fala nada, sempre às 3:33 da madrugada em seu hotel em Londres. Ele troca de hotel e as ligações continuam.

Em New York alguém sabe que ele já voltou ao trabalho… E o telefone toca às 3:33…

CSI Ny

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

3 Comentários


  1. Eu gostei muito do episódio, mas eu fiquei desconfiada desde o começo do Morton e quando ouviram a fita da secretária do primeiro cara, eu matei a charada. Essa foi bem fácil e acho que isso decepcionou um pouco, mas a perseguição da Stella e os telefonemas misteriosos realmente foram bons.

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  2. Realmente Si, CSI NY voltou espetacular, adorei o episodio……o suspense em torno da hora 3:33 sinistro isso, tbém matei a charada antes, mais mesmo assim valeu CSI Ny é pra mim o melhor de todos ultimamente………

    Si, mudando de assunto…..vc viu Criminal na Setxa…….achei um episodio fraquinho e ao mesmo tempo sinistro………vc vai fazer Review?

    Bj

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