Rosewood: Atherosclerosis and the Alabama Flim-Flam (1×15)

Aqui entre nós: achei esse episódio de Rosewood bem fraquinho. Quando deixamos a série antes da pausa de final de ano eu estava feliz, episódio a episódio vi a série melhorar, o que significava não precisar me arrepender do tempo gasto com ela. Só que, em seu retorno, achei que o roteiro pecou na tentativa de fazer algo diferente.

A verdade parece ser que, antes de sair inovando, primeiro precisa-se fazer o feijão com arroz direitinho por algum tempo.

A mudança veio de várias maneiras: com  Rosie participando de uma convenção de patologistas em um hotel e com o detetive desconfiado de que a morte ocorrida lá teria sido inspirada no que ele disse em sua palestra, Villa deixa a delegacia para ajudá-lo. E depois o capitão… E depois o melhor-amigo-aposentado-do-capitão.

Como parte do truque Villa e Rosewood fingiram ser um casal e, claro, isso fez com que os sentimentos que eles tem um pelo outros ficassem ainda mais “acesos”. O problema foi a aparição repentina da médica de Rosie, que deixou completamente a pose profissional para agarrá-lo no quarto, que jogou um belo balde de água fria na cabeça dos dois.

Acho que essa aparição dela foi uma das coisas que mais me incomodou no episódio, e nem foi por ter atrapalhado os avanços do casal principal, mas pelo absurdo da coisa. Uma médica viajando até outra cidade apenas para fazer enxames em um paciente? E, mais, sem que eles dois não tenham em nenhum momento passado, que tivéssemos visto, avançado para uma relação pessoal?

Essa coisa do absurdo acabou por marcar o episódio depois de seus dez minutos iniciais. Do não patologista participando da convenção de patologistas que foi o primeiro suspeito, a verdadeira culpada, que foi esperta o bastante para usar gelo como arma do crime que sumiria depois da morte feita.

Ah, e ela teria feito isso apenas para evitar que o marido aceitasse um emprego em outra cidade.  Não seria mais fácil ela simplesmente falar isso para ele? Como esse povo mata por qualquer bobeira gente…

P.S. CSI teve dois episódios com assassinatos em convenções médicas/policiais. Se não estou enganada CSI New York teve um também.

P.S. do P.S. E o pai da TMI, heim? O que será que esse homem fez para que ela reagisse daquela forma ao desejo dele de acompanhá-la no casamento? Boa coisa com certeza ele não é.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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