Legion: Chapter 1 (1×01)

Antes de qualquer coisa: vai na aba ao lado clicando neste link aqui e coloca Pauvre Lola para tocar e a gente entrar no clima.

Que coisa de doido foi esse episódio piloto, não é verdade? Dividida entre me assustar quando uma cena era repetida e eu ficava pensando se era erro do aplicativo ou parte da história – assisti no FOX Play – e tentando entender quando David estava passando por coisas dentro da mente ou se era de verdade. Foi um consolo vê-lo tão confuso quanto eu nos minutos finais do episódio, confesso.

Então, vendo se alguma coisa nós entendemos: David foi diagnosticado como doente mental ainda criança, isso porque ele ouve vozes em uma Londres com cara dos anos 60 – amei a cidade, amei  figurino, se estiver errada quanto ao ano e local, não me importo.

Ele já estava resignado, vivendo em um hospício cujas cores das paredes não deviam acalmar muita gente, quando entra em cena Syd, uma moça linda e loura em que ele não pode tocar.

Pois após  a chegada de Syd nós e David somos levados pela ideia de que ele não ouve vozes porque é louco, mas porque ele ouve vozes de muitas pessoas. Ou melhor: porque ele é capaz de ouvir a mente das pessoas. E não deve ser nada fácil “ter tanta gente” dentro da sua cabeça, o que pode ser uma explicação ao ritmo frenético e os cortes abruptos da edição do episódio.

Pensou em X Men? Não foi à toa, já que a história de Legion está diretamente ligada aos mutantes que já conhecemos tão bem. Neste episódio podemos até definir que existe um setor do governo bastante interessado em seres humanos que desenvolveram poderes e que exist e um grupo que não quer que eles coloquem as mãos em David.

Syd Barrett faz parte desse segundo grupo e acho que não foi nada à toa que ela tenha ido parar naquele mesmo hospício que David, o tal grupo – para o qual ainda não temos um nome – parece ter sido mais eficiente em rastrear o moço que o governo, mas não esperava que o governo estivesse só um pouquinho atrás.

 

No final das contas eles precisaram tirar David das mãos daquele povo bem estranho do governo, e poder grifar aí bem estranho porque eu não achei a opção grifar aqui na edição do texto, em uma cena de fuga que funcionou bem – podia ser melhor sem o pessoal parando no meio da fuga para olhar em volta e algumas reações atrasadas em relação aos ataques, mas funcionou.

Levando David para conhecer “ela”. Seria esse o grupo dos mocinhos? Prefiro não assumir nada neste instante.

Não assumo nem que assistirei apaixonadamente ou que me esquecerei da série na semana seguinte, mas agora, agora mesmo, estou muito disposta a descobrir. Vocês também?

P.S. Não poder tocar. Alguém pensou em Pushing Daisies? O visual com certeza ajuda a pensar na série da qual o Warner nunca exibiu a temporada final, humpf.

P.S. do P.S. Poxa, Lenny já foi? Estava gostando dela. Pelo menos ela ficou na cabeça do David.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. Muitoooooo loucooooo esse episódio. Ainda estou tentando assimilar o que assisti.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *