Chicago PD: Don’t Bury This Case (4×09)

A gente sabia que o Severide não ia ser o culpado desde o início, tanto isso é verdade que nem gastaram muito tempo com essa vela, nos primeiros dez minutos eles já mostravam que era só questão de tempo ele ser libertado – o que foi ótimo, não perderam tempo fazendo dramalhão.

Então o jogo de Don’t Bury This Case se tornou saber quem havia sido o culpado e por quê. E os roteiristas foram bem felizes em traçar a rota a partir do tal manobrista que colocava o rastreador nos carros caros para que alguém roubasse depois – se você tiver um carro caro, dica do dia, cuidado com manobristas.

Mas a coisa só esquentou mesmo quando Voight resolveu convencer o verdadeiro assassino – sim, quem atropela e foge é assassino, simples assim – a aparecer usando sua mãe como isca. Eu queria rir da cara do bandidão perigoso quando Voight abriu o porta-malas. E queria rir de novo quando ele começa a falar para o promotor que o bandido talvez fale sobre “uma mãe no porta-malas” e o cara desconversa.

Pensem o que quiserem, o Voight é o cara que eu quero ao meu lado caso alguém tente ferrar com a minha vida.

O episódio também deu bastante destaque para Lindsey, o que sei que anda irritando alguns fãs, mas eu não vejo problemas. Afinal ela tinha um relacionamento forte com Severide e também está com a encrenca do seu pai para resolver. A surpresa da noite ficou pelo fato de Voight conhecer Bunny e o pai de Lindsey muito antes dele tê-la salvado. Será que tem mais coisa nessa história?

E foi o primeiro dia da Burgess na Inteligência!! Não, ela não teve muito destaque, mas achei legal ela simplesmente não virar a chave e até tomar um puxão de orelha do Voight para que ela seja menos “caxias” e mais detetive. Assim como ele, tenho certeza de que a detetive está ali escondida.

Já sobre o Al… Eu já estava pegando bronca dele quando ele falou para o Voight do motivo pelo qual ele não estava querendo ser o parceiro dela: não por canalhice, mas porque ele sabe que o coração dela vai se partir mil vezes com o que ela vai ver agora. Achei bonito, mas não muda o fato de que ele foi péssimo com ela ao final do dia. O duro que ela nem pode pedir para trocar de parceiro, né?

E ainda tem a questão do Adam, que não deu as caras hoje: primeiro ela acha o porta retratos, depois o Atwater comenta que ele ainda tem sentimentos pela ex-noiva. Será que vão ressuscitar essa história? Se sim, daqui a pouco a Inteligência vai estar cheia de casais…

P.S. Talvez a visão de Platt de que Al é machista seja decorrente dessa coisa dele de querer proteger as mulheres. Será?

P.S. do P.S.

 

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

2 Comentários


  1. Das três Chicagos, PD é a melhor série. Med nessa temporada assisto esporadicamente e Fire abandonei nessa temporada, tô achando muito chata. PD sempre mantém as expectativas, é igual pagar ingresso para filme bom, vale cada tostão.

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  2. O Al é o protetor, o paizão, mas ainda vai se surpreender positivamante com a Burgess.
    Que não retomem o casal Burgess e Adam, ela não merece.
    Às vezes acho que a Lindley é filha do Voigth e nem ele sabe.

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