Legends Of Tomorrow: Shogun (2×03)

De LOST a Star Wars, Shogun foi um episódio cheio de referências, mas ficou devendo em emoção aos dois episódios anteriores – até porque o amor entre Nate e a mocinha Massako não me convenceu muito não. Ainda bem que ele serviu para citarmos Yoda – faltam 30 dias para Rogue One, gente!!!!

Os destaques dele ficaram por conta do recém descoberto poder de Nate e Ray precisando sacrificar sua armadura depois dela ter sido roubada pelo samurai que aterrorizava uma aldeia do Japão no passado. Isso depois deles pararem lá totalmente sem querer após Vixen aparecer na nave tentando vingar a morte de Rex Tyler, que ela acredita ter sido obra de Mick.

Não sei até quando Vixen fica, mas ela me pareceu um ótimo acréscimo, principalmente se considerarmos a química que ela e Mick tem e que garantiu os melhores diálogos do episódio.

E não foi somente com ele, a dupla Vixen e Sara também nos garantiu ótimos momentos, afinal é sempre bom ver duas garotas mostrando a um bando de babacas machistas como se encerra uma briga.

Se o destaque do episódio ficou com Nate, acho que Ray tem tudo a ganhar agora sem sua armadura, afinal enquanto ela era o mais importante ele não conseguiu realmente descobrir o seu lugar no grupo. O primeiro passo na verdade já foi dado se considerarmos que ele arrasou lutando apenas com a espada samurai.

Mas eu sei que, assim como eu, o que você quer mesmo saber é qual mensagem o Barry Allen de 40 anos teria deixado para Rip, não é? Tudo bem Jeff e Stein não contarem ao restante do grupo, mas eles podiam ter deixado a gente ouvir, né?

P.S. Se o amor entre Nate e Massako não nos convenceu, foi bem legal ver uma ancestral de Katana em ação. A força também é forte na família Yamashiro.

P.S. do P.S. Uai, Mick é um fã de ninjas, vejam só vocês.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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