Legends Of Tomorrow: The Justice Society of America (2×01)

Sim, senhores, a Sociedade da Justiça da América chegou a telinha para delírio de todo nerd de carteirinha que sabe que depois desta é que surgiram todas as outras equipe de heróis que tanto amamos. E o pessoal de Legends Of Tomorrow soube trabalhar direitinho e tornar a coisa bem especial, amarrando tudo com a ligação direta entre Nate e a Sociedade e colocando o moço em perigo para sentirmos muitas emoções.

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 Claro que rimos da comparação entre o caos com que os Legends funcionam e o pessoal da Sociedade, mas aqui entre nós achei o pessoal dos anos 40 um tanto metido e senhor da razão também. Eu esperava mais compreensão e abertura de quem enfrentou lá suas dificuldades para fazer seu trabalho.

Do outro lado, por conta da comparação, temos a escolha de uma nova líder para a equipe e eu acho que, dentre as opções, a Sara é quem realmente pode fazer todo mundo funcionar… Eu teria menos receio se no episódio passado ela não tivesse saído sozinha resolvendo seus assunto ao invés de trabalhar com a equipe, mas tudo bem.

O episódio também foi recheado de momentos ótimos, passando longe das dificuldades da primeira temporada, fazendo humor com Stein dando uma de cantor ou Ray não conseguindo saudar Hitler por mais que tentasse, usando da parte sentimental no encontro de Nate com seu avô, e de tensão quando o grupo precisa impedir, de novo, os nazistas de eliminar o pessoal da Sociedade.

P.S. Se fiquei meio assinto da dificuldade do pessoal da Sociedade em receber o time do futuro, não podia esperar menos machismo e preconceito de “heróis dos anos 40”, não é mesmo?

P.S. do P.S. Essa na verdade não foi a primeira aparição televisiva da Sociedade, fãs de Smallville ficarão bravos comigo se eu esquecer da série, mas é que lá não foi essa formação da criação dela e coisa e tal.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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