NCIS New orleans: Billy and the Kid (2×10)

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Como tudo começou. Ou pelo menos como a feliz parceria Pride e LaSalle começou, logo após o Katrina ter destruído boa parte de New Orleans e quase toda a população estar dividida entre salvar sua vida ou ajudar quem precisava ser salvo. Claro que mesmo em uma grande tragédia existem aqueles que apenas se aproveitam do caos para matar, roubar, ferir e é isso que acaba por unir nossos dois amigos quando uma morte recente os leva de volta ao passado, uma morte recente e o que eles acreditam ser uma tatuagem azul.

Foi bem leal ver como LaSalle era e perceber o quanto ele mudou desde então, cresceu, aprendeu a trabalhar em equipe. Pride foi realmente um grande professor – ainda bem, a minha vontade era de dar um tapa na cara do antigo LaSalle.

O caso também foi bom: no passado LaSalle e Pride tentam encontrar o assassino de um homem cujo corpo acaba por desaparecer no meio do caos da cidade, para desespero de sua esposa prestes a dar a luz. Aqui, uma nova morte aponta para o mesmo homem que eles não conseguiram pegar lá atrás e graças ao bom trabalho de LaSalle e Sebastian eles conseguem conectar as coisas e chegar a tempo de salvar as viúva e a menina linda que acabou por nascer.

E eu devo dizer que eu prendi a respiração quando LaSalle se coloca na linha de tiro. Como a moça bem diz: LaSalle é definitivamente um dos caras bons.

P.S. Lucas Black merecendo parabéns por interpretar dois tão diferentes LaSalle.

P.S. do P.S. Apenas ver as imagens do que o Katrina fez com New Orleans é de partir o coração, imaginem ter passado por tudo aquilo? Ninguém pode duvidar de que o povo daquela cidade é sobrevivente. Mais que isso, porque eles apesar de tudo conseguiram manter o espírito da cidade intacto. Não é à toa que este é um dos lugares que eu mais quero conhecer na vida.

 

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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