Bones: The Monster in the Closet (11×13)

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Este episódio de Bones foi duplamente assustador para mim: primeiro porque a imagem daquele corpo sendo usado como marionete foi de causar arrepios; segundo porque Deus sabe que os roteiristas da série são péssimos com esta história de assassinos em série.

Não ajuda nada o fato de termos um excelente episódio de Criminal Minds com a mesma temática para comparar com o que vier.

Sim, eu sei que estou me adiantando, a gente ainda nem sabe como eles vão conduzir a trama, só que os sinais que deixaram não agradaram: um assassino em série que não foi identificado antes por uma falha interna – nem sei se dá para chamar de falha, a Brennan não estava trabalhando – e o fato do moço em questão estar filmando o pessoal do museu. Duas coisas muito “Pelant” para o meu gosto.

Tirando isso o episódio funcionou extremamente bem, Christine tem ganho meu coração em suas participações, tirando aqueles momentos quando tentam transformá-la em uma miniatura da Brennan. E aqui ela não foi, pelo contrário: ao ter medo dos monstros dentro do armário e tomar uma atitude que seu pai tomaria ela nos mostra que é apenas uma criança mesmo.

E uma criança que quase nos mata do coração! Eu não sei o que eu faria se no final do episódio ela tivesse sido sequestrada. Simplesmente é sofrimento demais para uma família só.

Até porque a coisa já estava bastante tensa antes da cena de encerramento: um assassino em série que vive com suas vítimas por seis meses, abandonando seus corpos já decompostos em um parque.

Quando o Booth identificou o que poderiam ser os tais buracos nos ossos e começou a colocar aquelas argolas eu já imaginei o que vinha e a confirmação de que não passavam de marionetes macabras não foi menos desconfortável apesar disso.

P.S. Quero agora o tal aplicativo da Brennan com barulho de gatilhos. Este foi um dos melhores momentos dela nesta temporada, junto com o soco do episódio anterior.

P.S. do P.S. Pobre Bob! Ops, pobre Gibbons! Eu nem consigo imaginar alguém fazendo um de meus bichos de estimação de refém.

P.S. do P.S. do P.S. Brennan, tão racional e tão sem noção. Sentir-se culpada por algo sendo que ela nem estava no museu trabalhando é muito sem noção.

P.S. do P.S. do P.S. do P.S. Dra. Karen Delfs ganhou meu coração – seja repetindo o que consta na pasta do Booth escrita por Sweets, seja sua interação com Aubrey. Diga-se: ela forma uma casal muito mais legal com ele do que a outra ruiva.

P.S. do P.S. do P.S. do P.S. do P.S. Cam e Arastoo: esquecido em um episódio, lembrado em outro. Não sei se gostei da Cam largar tão facilmente Sebastian, mas se é amor de verdade que os dois parem de frescura de uma vez.

P.S. do P.S. do P.S. do P.S. do P.S. do P.S. Vontade de bater no Hodgins. Imagino que ele tenha medo de perdê-la ou de fazê-la sofrer, mas que estão exagerando na dose de maus tratos, estão.

Nossa, tem quase mais P.S. que texto!

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. Já começo bando uns tapas no Hodgings, poxaaa ele era o meu favorito e agora está neste deprê :/

    Ahhhh como são as coisas …. mais alguém para olhar o Jim Beaver e logo ver o Bob de Supernatural, e ele gosta de gatos, ganhou meu coração.

    Medo deste assassino em série em Bones, com ares de Pelant não vai dar certo.

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