The Catch: The Benefactor (1×06)

Ainda que The Catch fosse uma porcaria, e não é, teria valido a pena chegar até aqui apenas e tão somente para ver John Simm interpretando mais cafajeste maluco. Não que ele só interprete cafajestes malucos, é que quando John Simm é bom, ele é ótimo. Mas quando ele é ruim, senhores, ele é perfeito!

(Imaginem coraçãozinhos subindo pela tela quando eu falo isso)

the catch the benefactor 1x06 s01e06 rhys john simm

E ele chega no papel de Rhys: irmão de Margot, velho amigo de Ben, o tal benfeitor para quem os dois devem dinheiro, o homem que comanda seu próprio sindicato do crime e que cobrou da irmã e do melhor amigo para que eles pudessem deixar este sindicato e que, ao que parece, não pensaria muito antes de decidir matar os dois caso eles o incomodarem demais – tipo a Felicity, que resolveu ir para a cama com os dois irmãos e acabou morta. Ou tipo aquele moço que roubou a pulseira do Ben e da Alice e, bem, acabou morto.

Acho que o número de mortes aumenta bem quando o Rhys aparece (aposto que a tal moça de quem o agente do FBI tanto fala foi morta por ele) e agora ele resolveu ficar em Los Angeles. Gente, imaginem, apenas imaginem.

Sim, este é um texto só de elogios porque o Simm chegou, mas não sejam bobos, sou apenas uma fã deslumbrada, a série continua aquela coisa meio legal meio boba que tem sido. Só que, prestem atenção, com chances reais de melhora agora que ele chegou.

Val e o agente Dao: não negarei, existe química ali. Mas, ah, sei lá…

Alice e Ben na garagem: gostei de ver, é inegável que eles são a maior vantagem da série, eles só precisavam de um roteiro melhor.

Ah, é, teve até a Alice e a val trabalhando em um caso, não é mesmo? Bom, a prova de que o roteiro precisa melhorar é que estes casos são muito fracos. Muito.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

2 Comentários


  1. PARA MIM FOI INESPERADA E GRATIFICANTE A PARTICIPAÇÃO DO ATOR Alan Ruck COMO EX-MARIDO DA Valerie Anderson. AMEI, AINDA MAIS SABENDO QUE É ESPOSO NA VIDA REAL DA NOSSA RUIVINHA, Mireille Enos.

    COMO FÃ DE The Killing, DESCOBRI A MIREILLE E QUANTA DIFERENÇA ENTRE ESSAS DUAS SÉRIES… ENQUANTO QUE UMA É, COMO DISSESTES, MEIO LEGAL E MEIO BOBA, A OUTRA (The Killing), É DENSA, INSTIGANTE, FENOMENAL.

    EM THE CATCH SOU MEIO QUE EMBURRADA COM SEU MOCINHO BEN, Peter Krause (CHARMOSO, MAS ENGESSADO)E TOTALMENTE DESCONTENTE COM O RESTANTE DO ELENCO.

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