NCIS New orleans: You’ll Do (1×21)

Você sabe que se apegou a uma série quando você sofre junto com seus personagens, algo que eu poderia chamar de horrível maravilha cujo resultado foi que este episódio foi penoso de ser assistido: sofri enquanto vi LaSalle sofrendo pelo seu irmão, principalmente porque ele tinha certeza de que estava tudo bem.

E até mesmo houve uma tentativa de desculpas pela falta de notícias sobre Cade: depois de nos assustarem com a cena do moço animado demais, parece que tinha vindo a calmaria, ele em um relacionamento estável, indo às reuniões. Não foi muito convincente, mas darei um desconto.

Até que sua namorada apareceu morta em seu porta-malas.

Aí fiquei dividida: ou o roteiro faria com que Cade fosse culpado, acabando com o coração de Chris que tanto acreditava nele, o que seria uma virada e tanto do roteiro. Ou ele seria inocente, o que seria um tanto clichê, mas bastante reconfortante.

O roteiro escolheu a segunda alternativa, mas fez com que Chris e a gente sofresse muito até que a verdade fosse revelada na forma de um assassino em série maluco com uma namorada mais doida ainda, que dessa vez se aproveitaram do histórico do Cade para responsabilizá-lo pela morte.

Opa, vou só pegar isso aqui, beleza?
                                      Opa, vou só pegar isso aqui, beleza?

Com uma construção bem feita – crime, investigação, suspeito provável, descoberta de um detalhe que ninguém viu (Brody vendo o colar) e então o apuro da prisão colocando nossa agente em risco. Não fosse ela uma das melhores chutadoras de portas que temos hoje na televisão.

Um dos melhores episódios da temporada que ainda nos deixou de queixo caído ao final: por favor, por favor, por favor, a Savannah não!!!

P.S. Alguém fala pro Dylan Walsh tirar esse bigode, PelAmorDeDeus!

 

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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