NCIS: New Orleans: Musician Heal Thyself (1×01)

Põe pra tocar e vem comigo. <3 <3 <3

NCIS New Orleans Musician Heal Thyself 1X1 S01E01

Pronto, NCIS: New Orleans desembarcou em terras brasileiras – infelizmente sem HD, sem opção de áudio e legenda e poucas reprises – e pudemos ver a equipe de King em ação. E, seguindo o padrão já estabelecido por NCIS, logo de saída o caso a ser investigado pela nova equipe foi pessoal, com a vítima sendo um garoto que King considerava como filho.

Também seguindo o padrão tivemos um tanto de ação aqui, mais um pouco de humor ali e, o que me surpreendeu, uma equipe funcionando muito bem em campo – a surpresa é porque estamos no episódio piloto e a impressão que eu tenho é que os atores passaram um ano juntos.

Ah, e teve bônus com a passadinha do Duck, ainda que de forma virtual, ajudando a elucidar o mistério por baixo de uma tatuagem.

Na verdade eu já estava apostando as minhas fichas de que o rapaz não estava envolvido com gangues e não foi surpresa saber que tudo foi armado para que assim parecesse. A parte da surpresa ficou por conta, então, da descoberta que a tatuagem e a questão da gangue foi mais do que para desviar os olhos do assassino.

Ao definir que o crime pode fazer parte de uma manobra política, NCISNO segue o padrão atual das séries de entregar uma trama maior a ser explorada ao longo dos episódios – só espero que não cometam o erro de CSI: Cyber, que só tratou dessa tal trama maior no piloto e então no final da temporada.

Outras coisas que ficam do episódio: King é um líder paizão como Gibbs, mas de um jeito diferente, ainda estou tentando decifrá-lo; LaSalle é um charme, claro que me lembrou demais o Dinozzo moleque das primeiras temporadas; já Brody é diferente tanto de Kate como de Ziva, o que a torna interessante logo na largada; Loretta ganhou muitos pontos por ser amiga de Duck e é a cara da cidade pra mim, já estou apaixonada; já o Lund é o nerd que mistura um tanto de McGee com Abby, também já gostei muito dele.

E o Hamilton? Confesso que quando vi Steven Weber na tela eu já sabia que boa coisa o personagem não era, resta saber se ele está mesmo por trás da morte de Calvin e se ele ainda vai aprontar mais só para fazer valer seu plano político.

P.S. Impossível encerrar sem falar de um personagem onipresente e invisível: a música. Que o jazz/blues de New Orleans continue preenchendo cada minutinho sem diálogo da série e ela já terá valido a pena para mim.

P.S. do P.S. E eu confesso que vou sofrer de fome a cada episódio. Duro é que a culinária cajun não tem lá muitos representantes por aqui… Do outro lado serve de inspiração para minhas viagens na cozinha.

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Desde a estreia de NCIS: New Orleans o que eu mais ouvi sobre a série: mais do mesmo.

E eu até entendo falarem isso, muitas vezes a gente simplesmente não sabe porque gostou ou não de uma série. Gosto é uma coisa complicada e a esta altura do campeonato com tanta coisa sendo produzida por aí cabe a cada um fazer a listinha de coisas que fazem seguir em frente – poxa, tem gente que seguiu em frente com Scandal depois que eu desisti e eu já achei que fui longe demais indo até a metade da terceira temporada.

Além disso, os procedurais passaram a enfrentar bastante resistência pós-LOST, quando o pessoal começou a achar que toda série precisa ter uma super história que vá além de uma temporada, um grande mistério ou algo sensacional quando o assunto são os efeitos especiais ou a fotografia.

Como boa fã de procedurais desde sempre é claro que me agrada quando vejo algo novo, mesmo reconhecendo que não é fácil ser inovador quando a ideia é contar um caso de investigações com começo, meio e fim, mas o que eu quero mesmo é me emocionar, pular da cadeira, dar umas risadas e passar quarenta minutos me divertindo fazendo algo que e gosto muito.

Afinal, depois de anos viciada em séries policiais é bem difícil ter algo que eu não vi ainda.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. eu adoro procedurais, me amarro mesmo e não considero NCISNO o mais do mesmo pois como pode fazer tal conjuração tendo o Bakula ? heresia heheheheheh

    mas gosto é gosto !

    eu sou fã de JAG e presenciei o nascimento de NCIS em dois episódios em pé de guerra entre um personagem que amava a anos que era o advogado Harm e outro personagem novo mais já encantador pois era o Gibbs do Mark que já amava desde Robert 240

    tentei NCISLA mas não deu liga

    mas NCISNO com Bakula já deu liga desde o episódio em NCIS, é pena realmente não poder ver em HD mas podem até criticar mas pelo menos a dublagem foi fiel pois colocaram o mesmo dublador para o Duck

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