Forever: Punk is Dead (1×19)

Uma amiga havia me dito que eu ficaria encantada com este episódio de Forever, mas eu jamais imaginaria o quanto. Como uma eterna fã de Numb3rs – uma das poucas séries procedurais que não teve um episódio ruim sequer, acabando no momento certo -, eu simplesmente dava pulos no sofá quando vimos Henry conversar com seu filho Abe em 1985.

Forever 1x19 Abe 1985 Charlie Eppes

Os pulos não foram à toa: ver David Krumholtz no papel do jovem Abe, com a mais terrível prótese de nariz já vista (mas o nariz original do Abe não ajuda), foi ver um lindo ciclo se fechando, foi ver minha vida de fã, nem sempre muito fácil, sendo homenageada.

Para quem não sabe, David, em Numb3rs, interpretava Charlie, o filho caçula de Alan, interpretado pelo mesmo ator que hoje faz o Abe que aprendemos a amar.

Eles não poderiam ter escolhido melhor pessoa para o papel e é claro que isso fez com que eu assistisse ao episódio todo extasiada, para ainda ser brindada com a descoberta de que, ao contrário do que Henry pensa, Abe também nunca desistiu de procurar por sua mãe.

Sim, as cenas de flashback do episódio nos fizeram visualizar um pouquinho das dificuldades que Abigail começou a enfrentar quando ficou visivelmente muito mais velha que Henry – o que nem mesmo os falsos cabelos grisalhos que o legista colocava conseguia disfarças.

Abigail, então, resolveu deixar marido e filho para trás, sem deixar notícias. Explicando a dificuldade que Henry tem em lidar com sua vida amorosa – ou alguém não viu o olhar que ele lançou para Jo e seu novo namorado no bar? – ou mesmo com o que realmente aconteceu com ela.

Pois bem, algo me diz que será Abe a descobrir a verdade, enquanto Henry continua em sua rotina de ajudar Jo a desvendar mais mortes estranhas, como a deste episódio, quando o corpo de uma mulher é encontrado dentro de uma parede.

Forever 1x19

Eu torci loucamente pelo Henry, por ele descobrindo a verdade e inocentando o homem que havia passado tantos anos na cadeia injustamente apenas porque era o namorado meio maluco da moça.

E gostei do desfecho, ainda que ele tenha sido agridoce, a gente não apaga uma dupla traição de seu melhor amigo assim – poxa, ele matou a moça e ainda deixou que o amigo passasse anos e anos na cadeia -, mas agora o rapaz tem um filho para conhecer e se conectar, o que torna as coisas um tantinho mais fáceis.

Digam-me, como não amar essa série?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

3 Comentários


  1. foi ótimo este episódio !!!

    quando Henry apareceu em cena em que ficou evidente se tratar dos anos 80 eu fiquei na expectativa de saber se iria aparecer o Abe e quem seria o ator a fazê-lo … tive um vibe muito boa de quem iria ser mas fiquei muito encantada de ver quem era !!!

    a cena tinha sua tomada aérea, vimos o Henry de cima e logo em seguida entra o Abe e nos primeiros segundos ainda não tinha percebido quem era, até que a câmera se ajusta até o nível do chão quando finalmente temos a total visão e a satisfação de ver que quem era o Abe dos anos 80 era o nosso adorável David Krumholtz <3

    acredito que todos aqueles anos de convívio em Numb3rs tenha preparado o David para ser o Judd no papel de Abe … que alegria foi pra mim \o/

    isso sem falar no caso da semana que teve o Frederick Weller !

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