The Blacklist: The Cyprus Agency (1×13)

Alguém mais aí teve um deja vú estilo Fringe ao assistir a este episódio? Começou com aquele advogado sendo acertado por um ônibus em alta velocidade e ficou ainda mais forte quando vimos aquelas mulheres grávidas  enfileiradas em suas camas.

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Com a diferença de que o pessoal de Fringe era bem mais eficiente e: 1. eles não teriam se antecipado tanto e feito o tal advogado ser atropelado porque naquele momento não tínhamos como saber qual seria o andamento da conversa ao telefone; 2. é provável que tivessem feito esse episódio bem mais legal.

Sim, eu não gostei deste episódio de The Blacklist e eu nunca achei que diria isso gente!

Além do caso bem mais ou menos ainda tivemos um tempo gasto com lágrimas de Liz e biquinho do Tom primeiro porque iam adotar um bebê depois porque não iam adotar mais porque Liz sabe que tem algo de errado no casamento deles – e tem mesmo, e o Tom foi se consolar com a moça falsa que faz a Raquel em House Of Cards e quando eu começo a prestar atenção nessas coisas é porque eu já me perdi da trama.

Não, não estou falando mal de Red, nunca faria isso. Até porque o que realmente valeu neste episódio todo foram seus minutos finais quando Red acerta as coisas com Diane nos provando que ele consegue ser racional mesmo quando ela tenta jogar com o que lhe é mais caro: descobrir o que aconteceu na noite em que ele perdeu sua família.

Só que só tivemos esses minutinhos de nada e com tanto episódio bom eu tenho razão de ficar chateada, não tenho?

P.S. Alguém me explica como é que a tal síndrome do apego virou um cara disposto a povoar o mundo com seus descendentes?

P.S. do P.S. Todos fãs da Senhora Kaplan, procede?

P.S. do P.S. do P.S. Malik não é a traidora e tem uma filha. Quanta novidade! Mas eu continuo achando que ela esconde mais do que a gente pensa, viu?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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