Elementary: An Unnatural Arrangement (2×6)

Sim, é irônico que o capitão Gregson tenha precisado de conselhos de Holmes para melhorar as coisas com sua esposa, mas algumas vezes é preciso mesmo alguém não envolvido para enxergar o que a gente não consegue. Além disso, gosto tanto do Gregson que esse foi um episódio deícia de Elementary.

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Não, não foi um episódio empolgante como os anteriores, mas foi um episódio conforto, tipo sopa quentinha no inverno, que aquece a gente por dentro. Com a vantagem de que aqui a gente também se divertiu o bastante, afinal estamos falando de Sherlock e Watson, isso sem contar o fã do capitão que tinha fotos dele espalhadas pela parede.

Acho que um dos grandes acertos da sério foi justamente a escolha do elenco e, depois, fazer com que nos apegássemos com os coadjuvantes quase tanto quanto com os protagonistas. A partir daí, centrar um episódio em um deles é quase garantia completa de sucesso: foi assim no episódio em que Bell se viu como suspeito de um crime, foi agora com Gregson tendo sua casa invadida por um bandido, para então descobrirmos que ele nem ao menos estava vivendo por lá.

Tudo culpa do Google: a casa do capitão foi confundida com a casa de um ex-fuzileiro envolvido numa complicada trama de contrabando de itens do Oriente Médio para os EUA. Sim, desconfiei da loira logo que Holmes e Watson lhe fizeram a primeira visita, mas eu nunca ia adivinhar porque a história acabava por envolver o capitão e sua esposa. Azar define.

E observação é tudo: uma cã barulhenta. Foi assim que Holmes descobriu como a loira tinha conseguido o que queria. E foi assim que o capitão pode mostrar para a esposa que ele se importa e ainda assim lhe dar o espaço que ela está pedindo.

Como não gostar, heim?

P.S. Semana passada assisti a Da Magia à Sedução com a Carol. Aidan Quinn está tão lindo naquele filme!

P.S. do P.S. Dou razão parcial para a Watson ficar chateada com o Holmes. Isso porque ele lhe entregou aquela caixa tesouro cheia de casos não resolvidos. Melhor mesmo é vermos que ela tem coragem de falar para ele o que ela sente e que ele a respeita e revê seu comportamento.

P.S. do P.S. do P.S. Quer dizer, respeita do jeito dele, né? Porque ele oferecendo a parceira como se fosse acessório para o Gregson foi totalmente sem noção. Ou melhor, padrão Holmes de noção.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. Assim que o Holmes ofereceu a ajuda, eu já sabia que era a de Watson. Adoro Aidan Quinn!!!

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