CSI: Passed Pawns (14×6)

Essa temporada de CSI está absolutamente irregular, não é mesmo? Na verdade os episódios estão assim: alguns grandes momentos, outros totalmente dispensáveis, pouca coesão e ritmo. Em seis episódios salvamos dois, o segundo e o terceiro, depois caímos de qualidade… Ou sou apenas uma fã de Nick sentindo imensa falta do seu personagem favorito?

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Pelo menos eles tentaram dar uma compensadinha com uma ótima cena do Brass encarnando um policial da velha Las Vegas, não é mesmo? Pena que ela não foi suficiente para salvar na memória um episódio em que a história do mendigo que consegue trezentos e cinquenta mil na mesa de 21 de um cassino não engrenou e foi ficando cada vez mais confusa a cada novo suspeito que surgia – o segurança do cassino? a esposa do homem que ele matou? o traficante perigoso? a dona da loja de penhores? o filho esquentadinho dela? olha que galeria mais irregular que acabaram montando.

Tanto fiquei confusa que preciso confessar: quando fui escrever este texto eu não lembrava mais quem tinha sido o culpado e precisei correr e ver o final do episódio de novo. Sim, a dona da loja de penhores matou o mendigo que era, vejam vocês, um assassino de aluguel que era pago com os bens roubados a cada contratação. Como ia ser muito fácil colocaram o traficante sequestrando o filho mais novo dela, o que nos valeu a já citada cena do Brass.

Ah, e enquanto a gente fica aqui discutindo se a Morgan deve ficar com Hodges ou Greg, bem, arrumaram um bonitão do turno do dia para ela, não é mesmo?

P.S. Por favor deixem o casamento do DB em paz! Logo que ele surgiu eu falei do quanto era bom ver um policial com vida normal num mundo de televisão em que todos são problemáticos e ferrados. Não tirem isso de mim!

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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