Elementary: Solve for X (2×02)

Recentemente acabei minha maratona de Numb3rs no Netflix – gente, seis temporadas e nenhum, NENHUM, episódio ruim – e aí dei de cara com Solver for X e já me bateu saudade. Mais que isso: bateu um desejo de ressuscitarem o professor Eppes para ajudar Sherlock a descobrir o criminoso. Já pensou? Será que esses crossovers só acontecem na minha mente?

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Superado isso, tiveram que arrumar um outro professor de matemática – um que não gosta que nada fique entre ele e os números, alguém me diz aonde Sherlock descobre esses caras? – para nos ajudar a entender o que números escritos em tinta invisível em uma parede poderiam significar. E nada mais nada menos do que a possível solução de N versus NP foi a causa “mortis” de dois matemáticos.

Particularmente eu achei meio óbvia a conclusão de que a professora bonitona era a culpada, mas ela foi bem esperta em arrumar toda a história do vídeo, mas o moço como testemunha. Graças a Deus o tal ladrãozinho escapou para identificá-la e pelos preços mais baixos no happy hour para Sherlock poder decifrar a solução do problema de estar em dois lugares ao mesmo tempo.

Até porque Watson estava bastante distraída ao relembrar o caso que acabou por afastá-la da medicina ao reencontrar o filho do homem morto na mesa do operações naquele cemitério – Oi, você pode aqui? Me salvei de imaginar um crossover de Smash com Elementary agora por muito pouco. Se gostei muito de toda a trama para a solução do caso, adorei a forma como ela lidou com a possibilidade de ajudar o rapaz oferecendo dinheiro para sua educação. Eu não acho que ele vai voltar, podem me surpreender com isso, mas ela pelo menos pode tentar ajudá-lo.

E Sherlock, depois de dar a maior demonstração possível de amizade ao se preocupar com ela, ainda pediu para acompanhá-la ao cemitério da próxima vez.

P.S. Glenn Fitzgerald está muito mudado, os anos podem não ter sido os mais generosos com ele, mas ele ainda continua um charme.

 

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

6 Comentários


  1. Si, uma coisa que estou observando e se for o que penso é um grande acerto da série é que enquanto Sherlock tem ensinado Watson a se tornar detetive, ela tem ensinado a ele ser mais “humano”.
    o que acha?

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  2. Simone esses crossover são frequentes também na minha imaginação, e neste episódio foram exatamente estes que vc mencionou, um seria de Numb3rs e outro com Smash, que por sinal terminou este final de semana no Studio Universal e confesso que finalizou redondinho, sem nenhum gancho aberto.

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    1. Acho que a gente devia dar nossas mentes para pesquisa científica!

      Não vi ainda o final de Smash! Perdi dois episódios, não tinha reprises, preciso baixar os últimos da temporada.

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  3. Também saquei logo que era ela, o “tchã” estava mesmo na forma como a coisa foi feita. E Sherlock está cada vez mais fofo. <3

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