Unforgettable: Maps And Legends (2×07)

E aí, convencido por estes sete episódios de Unforgettable de que a série deve continuar? Porque agora, só ano que vem. Tá, nos EUA é neste ano ainda, mas episódios novos por lá só em Dezembro, então é provável que por aqui a gente só os veja em 2014. De qualquer forma, Maps And Legends deixou boas lembranças para guardamos durante este intervalo, não é mesmo?

Unforgettable: Maps And Legends (2x07)

Pelo menos pra mim, que adoro essas coisas de a vida antes da nossa vida que mora nos subterrâneos das cidades modernas – umas das minhas experiências favoritas foi justamente nas catacumbas de Paris – além da minha óbvia queda por rapazes com coração de Indiana Jones como nosso amigo Alex, muito mais interessante que nosso amigo Inútil-Al.

Sim, eles até arrumaram alguma utilidade pro rapaz no episódio: primeiro ficar com ciúmes da Carrie com Alex, depois ficar em perigo para que fosse preciso a Carrie salvá-lo. Ah, sim, ele e Carrie tiveram bons diálogos desta vez. Eu só não sei se entendi direito essa história de “eu sei” dos dois, porque eu não consigo enxergar qualquer tipo de relacionamento no mínimo interessante para eles.

Outro defeito do episódio, que ainda assim não prejudicou seu desenvolvimento, é o fato de eu não conseguir enxergar o motivo de Carrie e Al investigarem tais casos. Terrorismo? Isso é com o FBI. Assassinato? A delegacia de homicídios mais próxima resolve. Na falta de importância real, ficamos com Eliot repetindo que é “importante tomar cuidado ao se envolver com pessoas poderosas”.

Como essa foi uma falha na maior parte dos episódios, precisamos de histórias realmente boas que nos façam esquecer destes detalhes tão pequenos de nós dois. Uma boa história e personagens com “pegada”. Ficamos então, aqui, com Carrie, Jay e Joanne. Carrie que já arrasou ao lembrar do paquerador inveterado que ela largou no restaurante, Jay que tem se saído melhor em suas tiradas que Al e Joanne que, bem, é Joanne e eu adoro.

A parte boa da história ficou, como já citei, pelo fato da investigação ter levado a dupla de detetives para baixo de Nova Iorque à procura de um tesouro escondido. Sim eu sei que o cara do resgate tinha cara de bandido logo na primeira cena, e daí? Eu não peguei a trama do tesouro logo de início e isso garantiu minha atenção bem mais do que um possível ataque terrorista.

P.S. E não entendi essa história de “vamos ficar na cidade e ser parceiros”: essa questão já não tinha sido resolvida lá no primeiro episódio desta temporada?

P.S. do P.S. Questão é que Maps And Legends confirmou algumas coisas sobre o salvamento de Unforgettable: quando eles querem, eles acertam. Dos sete episódios eu fiquei na média: gostei bastante de dois ou três, não gostei de um, achei os demais aceitáveis. Em vista da confirmação da renovação da série eu fico mesmo é esperando por uma segunda parte desta temporada mais consistente.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

2 Comentários


  1. Unforgettable é uma série para quando você quer se distrair e não ter pensamentos muito profundos a respeito do tema, como Hannibal ou Homeland (se é que você me entende), é um passatempo quando não se tem nada melhor para fazer.

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  2. Só vejo a série quando estou de bobeira e calha de estar passando no sensacional canal AXN. Quanto aos casos que eles pegam, seu comentário me lembrou a (excelente) série Law & Order – CI, em que os detetives eram do “Major Cases Squad” – aí tinha vezes que eles mesmos se perguntavam “o que a gente está fazendo aqui?”, hehehe!

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