Once Upon A Time: The Price of Gold (01×04)

Nunca assine um contrato sem saber exatamente o que está escrito em todas as linhas, principalmente se você não conhece muito bem a pessoa com quem você está negociando.

No quarto episódio de Once Upon A Time somos apresentados à nova versão da história da Cinderella, que estava tão desesperada para mudar de vida que aceitou sem pestanejar um contrato com Rumpelstiltskin – que matou a fada madrinha rapidinho, diga-se – e se enfiou numa confusão maior do que poderia imaginar.

Com isso tivemos a explicação de como o moço foi parar naquela cela, aonde o Príncipe James e Branca de Neve vão encontrá-lo e, de brinde, entendemos que de um mundo para o outro algumas coisas ficam invertidas, enquanto outras se repetem.

Na vida real a princesa vira mãe solteira, rejeitada pelo namorado, e que tem de entregar o bebê para o senhor Gold por conta de um acordo de seu sogro. Lá ela o entregaria porque assinou o tal contrato sem ler. Lá o Príncipe James a ajuda a ficar com o bebê, aqui é Emma que resolve que fará de tudo para que ela fique com o bebê se realmente se comprometer com isso – claramente refletindo sobre sua decisão no passado de deixar Henry e nos indicando que não tomou essa decisão sozinha.

E é aí que eu começo a criar teorias: seria o papel de Emma fazer com que as coisas fiquem parecidas com as dos contos de fadas? Será que, ao conseguir que os moradores de Storebrooke encontrem ‘finais felizes”, ela conseguirá acabar com a maldição? Hummm, se for, já gostei.

O que eu não gostei é que não sabemos qual o preço que o senhor Gold vai cobrar por seu favor para Emma…

P.S. Será que se nós não soubéssemos que Gold é o Rumpelscoiso a gente ia ficar menos receosos de seus métodos?

P.S. do P.S. Alguém liga de eu falar Rumpelscoiso ao invés de ficar pesquisando como louca? Quando estou postando no computador até é fácil, mas quando estou no tablet é um tal de fecha aplicativo e abre aplicativo que cansa.

P.S. do P.S. do P.S. Rainha Má e o xerife. Quem mais já sabia disso? Agora, com o moço convidando Emma para trabalhar com ele, bem, a coisa pode complicar um tanto.

P.S. do P.S. do P.S. do P.S. Correção de comentário passado no tuíter para a Lu Monte: não é uma pata de lobo que a Chapeuzinho tem em seu carro, mas um lobo de cristal.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

11 Comentários


  1. Acho que a finalidade do personagem Emma seria o de fazer com que todos recuperassem a memória e a magia.

    Podes chamar o R… como quiseres, nós entenderemos! rs

    Gosstei da versão da mãe solteira… Tô adorando o recontar das histórias.

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  2. Meninas, eu também estou gostando! Domingo acompanhei a Maratona na Sony e adorei! Eu concordo com a Libriane, vc pode chamá-lo do que bem entender que nós vamos entender. Nada contra o ator, mas ele tem uma carinha que ajuda( e muito!) a ficar com o pé atrás. Essa série promete…Bjs!

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  3. Ah, agora faz mais sentido – confundir um lobo com um cavalo, como eu fiz, não é tão estranho (e eu sou míope), mas confundir uma pata com um animal inteiro seria. 😛

    A Ruby, aliás, tem um dos melhores episódios. 🙂

    E eu chamo o coiso de Rumpel, não dou conta de decorar o nome dele.

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  4. Si, será que só eu não tinha percebido este lance de Chapeuzinho Vermelho? Ai como sou lesada.
    Agora que me toquei sobre o chaveiro.
    aiaiaiaiaiai

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    1. Eu acho que devam ter vários detalhes escondidos em cada episódio, que a gente nem viu, aproveitei pra rever alguns com a Carol no Netflix, mas quero fazer uma maratona um dia desses pra ver essas coisas.

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