CSI: Tell-Tale Hearts (12×02)

Sabe o que eu mais gosto em DB Russel? Ele não é um infeliz. Eu acho que cansei de todo mundo em seriado policial ter histórico infeliz, pais abusadores, ex-maridos revoltados, filhos que caíram no vício, ou que morreram, ou caíram no vício e depois morreram. É legal ver um cara que subiu na carreira pegando os bandidos e nem por isso ficou sem família ou não conseguiu equilibrar as coisas.

Russel: Quem matou Cock Robin?

Brass: Esses cogumelos na sua sala não são medicinais, são?

Russel: “Eu”, disse o pardal, “Com meu arco e flecha, eu matei Cock Robin.” Quem o viu morrer? “Eu”, disse a mosca, “Com meus pequenos olhos, eu o vi morrer.” “Eu”, disse o peixe, eu….

Eckley: Qual é?

Russel: Esqueçam as músicas folclóricas. Romances criminais.  Pacto Sinistro.

Nick: Sim, eu vi o filme.

Excelente sacada! Até a citação do filme eu não desconfiei que os três supostos assassinos na verdade estavam trabalhando juntos e foi ainda mais interessante vê-los procurar pelo “trem” que os unia do que qualquer outra coisa… Só me mantive triste pela morte tão desnecessária da menina. Sim, nenhuma delas era realmente necessária, mas a morte de crianças sempre mexem mais comigo.

Porque Russel é o chefe: consegue juntar peças quando ninguém mais consegue, como quando ele reúne “a família” no quarto da menina e consegue enxergar novas pistas, além do fato de ele não aceitar a solução mais fácil que lhe aparece só porque é a mais fácil.

E até Catherine percebeu isso, não é mesmo?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

3 Comentários


  1. Eu realmente estou adorando a nova dinâmica SEM o Langston! Não é como o Grissom, mas é um personagem muito interessante e carismático.

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