Grey’s Anatomy: Golden Hour (07×15)

Paulo Antunes citou que esse seria um episódio a lá ER, afinal, estamos falando o pronto socorro. Li em algum texto estrangeiro, numa referência bem mais livre,  que era um episódio a lá 24 horas, por mais que não fosse exatamente minuto a minuto, já que a ideia do episódio era nos mostrar como uma hora faz diferença na vida de um médico, de um hospital, de uma pessoa.

Ver somente Meredith tomando decisões e correndo para que as coisas acontecessem da melhor forma foi muito legal, ainda mais porque desviou um pouco da frustração da gravidez que não vem. Por outro lado ela ficou mais vulnerável, já que estamos falando de tomar decisões e arcar com as consequências destas. Interessante que a insegurança de um situação como essa para um residente é tratada de forma apenas sútil, como se fosse para só nós, espectadores, percebermos que ela tinha dúvidas.

Mais que isso houve a coragem de mostrar o paciente morrendo, por mais que ela tenha tomado as decisões certas. Acho que foi um grande episódio para Meredith, que é minha personagem favorita – ela e Karev – e adoro quando os roteiristas apostam num episódio em que ela é efetivamente a protagonista.

Em paralelo: descobrimos que a esposa de Richard apresenta sinais de Alzheimer e que ele sabe disso, mas não aceita. Não consigo imaginar como é para alguém que sabe como será o depois em uma doença como essa ver alguém tão querido e próximo passando por isso. Richard opta por adiar o inevitável,  quem sabe na esperança de que o processo fique mais lento. Mas uma esperança que ele mesmo sabe ser sem fundamento.

Teddy: adorei quando o marido fiz que os dois merecem mais. Ele é um encanto!

Karev e a obstreta: tá, dou ponto porque foi bem legal os dois assinando juntos os prontuários e ela depois fazendo com que ele a chamasse para sair e mostrasse claramente seu interesse.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

3 Comentários


  1. Para mim, foi o melhor episódio da temporada, um retorno da Meredith como protagonista! Finalmente não houve histerias de Callie, Arizona, Mark (que são coadjuvantes muito chatos, affe)…

    Responder

  2. Adoro Grey’s e este foi um dos eps mais legais que já vi. Há tempos que a Meredith não protagonizava.
    Depois que li o post, me dei conta que foi meio “ER”. Juro que fiquei tão envolvida naquela loucura que foi o dia da Meredith, que não liguei uma coisa na outra. Também gostei que não teve quase Calli/Arizona/Mark. Aquele núcleo só não é mais chato, porque os atores são ótimos. Também curti o lance novo do Karev. Aquele cara é gato demais, sexy demais pra ficar sem um interesse romântico. As cenas dele tirando a roupa são ótimas e ele não decepciona como ator. Não aguento mesmo é a Lexie. Acho que é uma atriz limitada num papel pra lá de chato.
    Não assisto novela há anos. Então, Grey’s é a minha novela de estimação.
    Destaque para aquela atriz maravilhosa que faz a Adele- esqueci o nome dela. Ela é uma coadjuvante #PuroLuxo. Arrasa em qualquer “ponta”. É carismática, humaniza os personagens. Amava vê-la na falecido “Eli Stone”. Não perco eps de seriés em que ela aparece.
    Si, ando curtindo tanto aquela “outra” série, que resolvi me meter a comentar Grey’s pra diversificar. Não dá pra ficar vivendo só de luxuriantes paisagens hawaianas. Gostei !!!

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *