Um gostoso gesto por um mundo melhor

Dizem que, para saber se uma pessoa é otimista ou pessimista você deve lhe mostrar um copo pela metade: o otimista lhe diria que ele está meio cheio, o pessimista lhe diria que ele está meio vazio.

Eu acho que nasci otimista. Ou uma pessoa de fé, como costumo dizer outras vezes. A questão principal é que eu sempre acreditei que as coisas podem dar certo, que podem ser melhores – não seia à toa o livro Pollyanna ter marcado minha infância.

Mas o principal não é a pessoa acreditar. Acho que a principal diferença entre o otimista e o pessimista é que o primeiro, por acreditar, se esforça para fazer. Olhe ao seu redor e veja as pessoas que você diria serem ativas, serem daquelas que colocam a mão na massa. Ali você vai encontrar um otimista, porque essa pessoa não consegue se privar de tentar, ela acredita mesmo que o pequeno passo é o início de uma caminhada de sucesso.

Ela é a pessoa que sabe que o mundo pode estar contra, de que falta um monte de coisa, que nem sempre as pessoas agem como deveriam ou entendem seus atos como deveriam, mas isso não a impede de tentar. É a pessoa que acredita que, apesar das dificuldades, vale a pena colocar uma sala de teatro numa cidade, porque é apenas o primeiro passo, porque aquela sala pode ter milhões de usos e pode incentivar um monte de pessoas a buscar por cultura. Porque, a sala vai estar lá e é uma coisa a menos que a cidade precisa conseguir.

O pessimista quando olha o pouco que pode doarele desiste, afinal, ele acha que aquilo não vai fazer diferença alguma. O otimista olha aquele pouco e dá, e torce para que os outros se inspirem e doem também.

É bem isso: o otimista acredita que qualquer passo em direção ao futuro, ao certo e ao bondoso vai ter valido a pena.

Agora imagine uma grande empresa, mas grande mesmo. Uma empresa tem por objetivo dar lucro – e ainda bem que é assim, se não ela não existiria, não teria dinheiro para pagar aos seus funcionários, que pagam outras contas e vivem suas vidas. O que se espera de uma empresa é que, no meio de seu caminho ao lucro, ela não faça o mal, respeite o ser humano e seja justa. Ela não precisa fazer mais nada.

Mas aí aparece gente que faz.

Por isso eu tô aqui falando de otimismo, porque algúem, há quatro anos atrás, criou uma campanha: Semana do Otimismo que Transforma. E a Coca Cola foi lá e abraçou essa campanha. Neste período, entre 02 e 09 de maio, a empresa reverte parte do lucro que obtiver com a venda de seus produtos para o Instituto Coca Cola, que tem por objetivo reduzir a evasão escolar.

O pessimista pensaria: mas uma semana só? O otimista prefere pensar: poxa, que legal, que idéia inteligente e fácil de fazer com que mais gente ajude um projeto tão importante!

Então, não espere, corra e compre mais uma água, mais uma Coca Cola, mais um chá Leão. E pense, no momento em que estiver dando aquele gostoso gole: eu estou fazendo um pequeno gesto que vai ajudar alguém, que vai ajudar a tornar esse mundo melhor.

Para saber quem mais está também ajudando a divulgar esta ação e quais outras ações são realizadas pelo instituto em parceira com o Instituto Ayrton Sena e Renosa, de uma passadinha pelo blog da Cybele Meyer.

Eu vou lá tomar uma Coca Cola.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

2 Comentários


  1. Olá Si,

    Amei seu post! Além da alegria de ter você caminhando junto nesta campanha ainda sai mais otimista que nunca. Como é bom ler boas palavras.
    Querida! Que bom ter você aqui.
    Beijinhos e já vou colocar o link no blog (que eu tive problemas ontem e não conseguia entrar no admin) e vou tuitar novamente.
    beijinhos

    Responder

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