Criminal Minds: The Performer (05×07)

A onda dos vampiros chegou até Criminal Minds. Com a diferença de que aqui eles não são nem tão bonitos (não que Pattison faça meu tipo, longe disso), nem tão inocentes. Apesar de também não terem grandes problemas com a luz do sol.

Brincadeiras a parte, eu olhei com dúvida o comecinho do episódio, imaginando por onde iríamos, mas, mais um vez, os roteiristas conseguiram segurar muito bem a história. Pensando bem, acho que nunca tivemos um episódio de Criminal Minds que saísse de sua tradicional seriedade – mesmo que com alguns momentos “engraçadinhos”, como a citação de Crepúsculo e Laranja Mecânica e a cara de Spencer de “não faço idéia do que vocês estão falando agora”.

Acho que o grande trunfo do episódio seria fazer com que acreditássemos que o cantor Dante, no auge de sua decadência (a Simone tá toda engraçadinha) era o assassino, mas algo me soava errado desde o início. Quando vi a cara do assistente dele não tive mais dúvidas de que o caminho não estava lá.

Na verdade, se a gente for gastar um tempo observando o episódio a procura de defeitos eles serão vários. A descoberta da responsável pelas mortes, por si só, parece algo tirado de última hora para “meio que combinar” com o perfil que Spencer havia traçado, já que o assistente não tinha nenhum traço dele, sendo apenas um tremendo oportunista.

Apesar disso, quando você soma erros e acertos, o episódio funciona que é uma coisa: Morgan está excelente, Prentiss dá um show – com direito a climinha com o Dante canastrão, Garcia tem todas as citações pop na ponta da língua, Hotch não compromete, segunda aparição do detetive Kim (acho uma graça) e todo mundo cuida da JJ, que levou uma “pazada” de deixar qualquer um caído.

Bom, acho que esse é o mais próximo que chegaremos de um episódio leve em Criminal Minds e sabe que até funcionou bem?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

5 Comentários


  1. a gente [eu, pelo menos] esquece o quanto o reid é jovem e ao mesmo tempo sem nenhuma cultura pop. ele pode até conhecer alguma coisa num nível acadêmico mas não consegue contextualizar. vontade e pôr debaixo da asa!

    e o gavin rossdale de gótico, omg…

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    1. risos… eu achei que o review já tava mulherzinha demais e nem comentei a situação do gavin, affff!

      é verdade né, o reid é uma criança sem infância.

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  2. Simone, você pode me informar qual dia e horário passam os episódios da nova temporada? Quando estava de férias, depois do carnaval, acompanhei alguns episódios da 3ª temporada e gostei muito, tanto que decidi que iria acompanhá-la a partir de agora (parte daquela mudança de séries que já comentei em outros posts). Mas ainda não consegui me encontrar com ela nos dias da semana…
    Se você puder me ajudar, agradeço!!!

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  3. Obrigada, Simone!

    Ontem eu peguei o finalzinho da reprise desse episódio (à tarde, tô doente de atestado médico…) e à noite vi o episódio seguinte.
    Que bom que encontrei a série!!!

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