NCIS New Orleans: Return of the King (3×13)

Sim, o título do episódio brinca com o rei do rock, mas foi Elvis Bertrand que voltou em Return of the King, um retorno bem vindo duplamente: primeiro porque a gente gosta dele, segundo porque o caso envolvia o roubo de arquivos de um servidor federal por um hacker que ele conhecia muito bem.

Afinal, Elvis é aquele cara legal, mas que parece atrair gente “errada” para o lado dele.

 

Foi impossível não pensar em Black Mirror, confesso. Ainda que aqui a ideia do roubo de vídeos constrangedores de figuras políticas importantes tenha sido tratada com a superficialidade usual de NCIS New Orleans. Rapidamente, pelo menos para mim, resolvida por Elvis mais Sebastian e o equipamento do Patton, ausente nesta semana.

Confesso que senti falta dele, ainda que se estivesse presente poderia parecer que Elvis nem era necessário, não é verdade?

Bom, na verdade seria, já que Ethan Beck, o hacker responsável pelo roubo, era um discípulo dele e considerando que não seria possível pegá-lo com tecnologia, mas do velho jeito, melhor ter alguém que o conhecesse.

Se pegá-lo até que foi rápido, e nem tão eficiente já que a gente sabia que ele não era o assassino, sobrou tempo para que Hamilton se metesse em confusão de novo. Para um cara que faz tanta questão de parecer sério ele definitivamente toma decisões erradas – e em grande quantidade, já que pareciam haver vários vídeos dele transando com todo mundo naquelas arquivos.

Eu não me conformo de que ao final ele ainda ficou como o herói da noite após o NCIS ter resolvido o caso, principalmente considerando que ele nem tem gerência sobre eles.

Agora, o que eu não me conformo mesmo foi com o aparecimento do tal membro de máfia coreana em busca do pai. Eu achei isso tão tirado do nada e tão ilógico. Como se eles não soubessem como resolver o caso.

Pelo menos o episódio provou que o time funciona bem junto – quem sabe eu até perca meu receio com relação ao Sebastian.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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