Bates Motel: The Body (5×08)

Chegando perto de seu final, Bates Motel exige cada vez mais de seu protagonista e quando não achamos possível ele nos entregar mais, ele o faz: mais que lutar para não machucar seu irmão, Norman pensa que se entregar para a polícia pode ser sua salvação. Sem força para lutar contra o domínio de sua mãe, ele imagina que lá, ainda que ela o subjugue, ela não matará ninguém usando seu corpo.

Eu sei, não é a mãe dele, mas essa segunda personalidade dele que ele atribui a ela, mas é impossível não tratá-la como uma personagem real depois de vermos tudo que ela foi capaz de fazer e a forma como Freddie a incorpora, isso quando não é ela mesmo em ação.

O problema é que essa segunda personalidade definitivamente não tem qualquer intenção de ir para a cadeia e fez com que Norman até mesmo se machucasse feio para prová-lo… Não somente isso, ela quer eliminar qualquer risco de seu domínio ser ameaçado, agora que ela não pode mais usar os blackouts para “desligar” a parte boa de Norman, mirando primeiro em Madeleine, a quem culpou pela morte de Sam.

Dylan continua tentando ajudar o irmão, mas talvez ele apenas acabe caindo no mesmo erro de sua mãe: ele contratou uma excelente advogada e insiste na loucura do irmão, mas talvez ele consiga tirá-lo da cadeia apenas para que ele acabe por matá-lo.

Nossa esperança reside na xerife Greene e parece que ela vai dar trabalho para Norma: ela achou o corpo da sogra de Dylan, e já contou a ele, e sabe que a confissão de Norman não foi simplesmente causada por medo ou confusão.

E o episódio não trouxe só isso: Romero finalmente está de volta a cidade e sua visita ao motel serviu apenas para que ele ficasse ainda mais decidido a vingar a morte da mulher amada. E eu não acho que a opção será entregar as gravações de Chick para a polícia.

 

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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