Bull: Make Me (1×20)

Antes de qualquer coisa, acho bom esclarecermos o que aconteceu com a exibição de Bull no A&E nas outras semanas: na semana passada eu publiquei o texto sobre o episódio Dressed to Kill (1×18), mas descobri depois que o canal havia exibido o Make Me (1×20). Então na quinta passada, dia 24, o canal voltou três casas e exibiu Dressed to Kill. Para quem ainda não tinha lido o texto sobre ele é só clicar aqui.

Hoje falarei sobre Make Me, deixando as coisas certas, e o canal exibirá, conforme informações da assessoria de imprensa, o episódio Bring It On (1×19), acertando a exibição. Ao que parece, no NOW a numeração dos episódios está diferente e a impressão é de que algum episódio ficou faltando, mas houve apenas uma inversão na exibição.

Make Me é o episódio onde as análises de Bull o levaram mais longe: a facilidade com que ele atribui o comportamento do jovem milionário à hipnose acabou por soar forçado, afinal ele apenas gira uma moeda na frente do garoto enquanto conversa com ele. Talvez uma alteração no roteiro, conosco sabendo que o rapaz havia frequentado o que por muitos era considerado um culto, facilitasse comprarmos a opinião do doutor com mais facilidade. Ou que meses tivessem se passado entre a morte e a visita de Bull e Benny, dando oportunidade para Rachel passar mais do que um palpite ao antigo amigo.

Até porque a cena do rapaz destruindo a cabeça do seu pai com o taco de golfe havia sido bem impressionante.

Mas são apenas 40 minutos de episódio, então rapidamente fomos apresentados ao tal culto, a um novo advogado, Danny e Chuck tentaram se infiltrar, Cable tentou descobrir motivos para o crime, Benny praticamente recebeu um tratamento completo de psicoterapia e Bull ainda descobriu a verdadeira assassina. Olha, esse episódio rendeu.

E eu fiquei com aquela cara de incrédula: qual é a chance real de um grupo de jurados inocentar um rapaz que eles viram matar o próprio pai em um vídeo? Por mais que o comportamento dele tenha sido convincente – e conveniente – quando ele ataca Bull no julgamento.

Não que ter saído livre seja um grande consolo para um rapaz que terá de passar o resto de sua vida sabendo que matou o próprio pai e que é suscetível a um tipo de controle como esse.

Já com relação ao chefe do culto e sua filha, bem, não dá para esperar que um cara que manipula todos a sua volta tenha um relacionamento saudável com a prole, não é mesmo?

P.S. Bull é também um ótimo cozinheiro. Por essa você não esperava.

P.S. do P.S. Considerar trabalhar para o Bull a mesma coisa que pertencer a um culto é um pouco demais, acho que Danny e Chuck ficaram impressionados demais com toda essa história.

P.S. do P.S. do P.S. Então Benny já terminou com a mocinha de dois episódio atrás? E comprou uma moto maior que ele. Definitivamente ele precisa resolver suas “questões internas” o quanto antes.

P.S. do P.S. do P.S. do P.S. Achei a Rachel muito mais adequada para par do Bull que todas as candidatas já apresentadas aqui, e vocês?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. Cara, o canal está seguindo a ordem de produção e não a de exibição original, basta olhar na Wikipedia.

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