Chicago Justice: AQD (1×11)

Precisamos falar de Mark Jefferies. Definitivamente o pior procurador de justiça que você já viu em qualquer lugar, na verdade se existir um promotor como ele na vida real vai para a minha lista de decepções “como é que pode?”.

Uma mulher recebe uma ligação lhe dizendo que sua filha foi sequestrada, orientando-a a sacar dinheiro, alugar um carro, sempre sob a expectativa de que ela possa ser morta. Ela acaba por atropelar um homem enquanto isso acontece e ele acha que ela deve ser julgada por homicídio. Ele faz questão disso, ele não se compadece do que aconteceu com ela, ele acha que teria frieza suficiente para ligar para a polícia se isso acontecesse com ele. Ele é o cara mais insensível que eu já vi – ainda que os episódios anteriores já tenham provado que ele liga bastante para aspectos políticos. Na verdade, sua insistência pelo julgamento da moça aqui também foi por questões políticas.

Sorte do povo de Chicago que quem realmente encarar os julgamentos é o Stone. Um cara mais humano, ainda que muito obstinado.

O episódio trouxe a tona mais um golpe moderno: o sequestro virtual. Na verdade aqui no Brasil a gente já ouviu falar bastante dele por conta das ligações de prisioneiros e todos nós juramos que, se acontecer conosco, vamos primeiro verificar se a pessoa “sequestrada” realmente está em perigo antes de sair entregando o dinheiro, mas a verdade é que nenhum de nós sabe como realmente vai reagir sob uma pressão dessa.

O pai estaria certo por todas as reclamações em relação ao que a ex-esposa fez de sua vida depois da separação? Pode até ser, mas não dá para dar qualquer tipo de apoio a um cara capaz de uma atitude como a dele. Eu não consigo nem imaginar do que ele seria capaz de verdade. Coloco ele no mesmo lugar do pai que obrigou o filho a enviar vídeos horríveis para a própria mãe de episódios atrás.

Sorte do Stone que Antonio acabou lhe dando um modo de colocar o cara certo na cadeia, porque Jefferies iria mandar a mãe para trás das grades sem culpa alguma.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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