Chicago Med: Deliver Us (2×21)

Definitivamente este dia não foi fácil para Rhodes. Também não foi para o doutor Charles, mas ele definitivamente trocou os pés pelas mãos ao não tentar conversar com Sarah antes de internar sua filha a força – eita, assunto super atual esse de internação compulsória, não é verdade? – e talvez ter apenas dificultado o tratamento dela.

Só que eu dou um tremendo desconto para o que ele fez porque nem consigo imaginar como um pai se sentiria ao entrar no apartamento da filha e dar de cara com aquele cenário, paredes esburacadas, ratoeiras por todo lado.

E também dou um desconto porque, de novo, esse povo no Chicago Med consegue se provar incompetente: se o doutor Charles não poderia se envolver na avaliação de Robin por ser seu pai, então eles deveriam tratá-lo como pai. Dar-lhe um dia de folga, inclui-lo no processo ainda que não revelando tudo. Eu nem consigo imaginar uma garota sendo avaliada por problemas psiquiátricos e seus pais serem completamente excluídos. Mais que isso: se Goodwin já desconfiava que as coisas pudessem dar errado, deveria estar mais próxima dele, não somente como chefe, mas como amiga (daquelas que o recebia em casa até pouco tempo atrás).

Ah, para piorar tudo, eu não sei como ele e Sarah continuarão trabalhando depois do que aconteceu: ela não conseguirá acreditar que ele a indicou para o caso por confiar nela, achando que ele apenas fiz isso para poder ler suas anotações; e ele se  sentirá eternamente culpado pelo que fez com sua filha e sua aluna.

Rhodes também deve ter um mau período com o “quase sogro” e ele teve um péssimo fim de dia que já não tinha começado muito fácil, com ele e Nathalie tratando de uma mãe que levava a frente uma gravidez que poderia matá-la na tentativa de salvar sua filha mais velha da leucemia.

Ainda que o roteiro tenha sido mais feliz em abordar essa história super difícil, quem já leu A Guardiã de Minha Irmã, adaptados para o cinema como Uma Prova de Amor, já chorou mais – recomendo o livro e o filme, os dois tem finais diferentes, o livro é melhor, mas o filme também é bom – e eu fiquei um tanto confusa: se ela precisava segurar a gravidez por apenas mais três semanas, não havia como manter o bebê vivo em um parto prematuro? Eu não lembro deles em momento algum falando do tempo de gravidez, mas ela já estava com bastante barriga e lá em Grey’s Anatomy a gente já viu bebês bem pequenos encararem a luta, não é verdade?

De qualquer forma: salvar a mãe com certeza era a melhor decisão.

E o Noah? Bem, eu realmente acho que nem mesmo Choi é capaz de bater o bastante nesse rapaz para que eu possa gostar dele. Na verdade acho impossível que eu venha a suportá-lo. Affffff.

P.S. Well, well, well, quanto tempo até o Will falar para a Nathalie que se arrepende de ter jogado a carta “grandes amigos”? Próximo episódio já? Tchau, Nina, sugiro trabalhar melhor essa sua questão com os ciúmes.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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