NCIS: A Bowl of Cherries (14×20)

Ao que parece sequestros hackers estão realmente na moda e, depois de tomarem os sistemas do hospital mais confuso de Chicago, desta vez eles acabaram pegando a turma do NCIS. E olha que neste segundo caso nem foi excesso de competência, mas apenas um oficial bastante frustrado após clicar em um link que não devia e perder as fotos que tinha de sua falecida esposa.

Dica do dia: mantenha um backup do que é realmente importante em sua vida digital. Dica dois: não saia clicando em links em que você não confia.

Só que o tal ataque hacker era apenas a pontinha da linha de um dos mais estranhos casos que esta equipe já encarou: com todo mundo precisando usar celular antigões – eu ria alto em toda oportunidade que Gibbs teve para esfregar seu “meio de vida” na cara deles – e com o principal especialista na questão aparecendo morto dentro de um porta-mala as coisas foram bem difíceis.

Falando em criogenia: Duck e Palmer tomando chá enquanto esperavam os corpos derreterem foi um daqueles pequenos momentos que fazem desta série o que ela é.

O que acabou facilitando um pouco as coisas foi o fato do hacker em questão ser na verdade um lunático com sonhos de congelar pessoas e trazer de volta a vida usando os sequestros como forma de financiar sua operação. Se tem algo que eu aprendi nesse tempo todo é que malucos são mais fáceis de serem pegos que os apenas ambiciosos.

A subtrama do episódio foi centrada em Quinn e sua mãe, Marie, e que delicadeza! A situação de Maria não é nada fácil, dizem por aí que quem realmente sofre com o Alzheimer são os parentes próximos, já que o doente está preso em seu mundo de outras memórias, mas a verdade é que esse tempo do começo da doença, quando a pessoa percebe que se esqueceu, perde pedaços de sua vida.

Se é um momento imensamente triste o roteiro acertou na forma de abordá-lo, seja por Quinn decidindo morar com sua mãe, seja com Gibbs fazendo seu papel de paizão de todos – em que ele sempre se sai muito bem.

P.S. Aceito convites para costelas de doze horas. Só dizendo.

P.S. do P.S. Aquele momento em que a gente acha uma boa ideia copiar os telefones para o chip tbm, vai que seremos obrigados a apelar para o flip. Eu tinha um Motorola prata que eu amava, ele era minusculo, eu vivia achando que ia perdê-lo.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. Episódio bem redondinho de bom !

    Que eu tenha a paciência e a delicadeza que a Quinn teve com a mãe quando a minha precisar.

    O ator Bruce Boxleitner foi meu crush nos anos 80, foi muito legal revê-lo.

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