Livros de 2016

Ieeeeiiii, 2016 foi um ótimo ano para a leitura minha gente! Não só eu consegui passar a minha meta para o ano, que era de ler pelo menos um livro por semana, como ainda li livros muito bons, de memória apenas não recomendaria dois ou três e mesmo estes não foram ruins a ponto de entrar para a lista de “perdi horas preciosas da minha vida!.

A imagem aí de cima é do Skoob, aonde pela primeira vez eu fui super cuidadosa: anotei todos os livros da meta e depois fui registrando cada leitura completa. Confesso que eu ainda não entendi muito bem como funcionou a parte do registro da meta no site porque eu comecei o ano com 53 livros como meta, acrescentei vários livros ao longo do caminho – porque é isso que a gente faz, se planeja para ler determinados livros e acaba lendo outros que nos encantam pela capa, porque é de algum autor querido, porque um amigo nos deu ou nos indicou.

O fato é que no dia 31 de dezembro minha meta havia saltado para 84 livros e eu jurava que esse resumo aí ficaria bem mais feio, mostrando que eu tinha atingido pouco mais da metade dela.

Fiquei surpresa quando, no dia 01 de janeiro, vi que não. Meu palpite? Apesar de existirem livros na meta que eu não li, o Skoob considerou o número de livros existente no primeiro trimestre do ano, viu que eu ultrapassei e deu como meta cumprida, empurrando para 2017 os não lidos.

No final das contas, acho que valeu e neste ano já comecei a meta com mais cuidado: inclui na meta para este ano os livros que já estão carregados no Kindle e que eu sei que quero mesmo ler. Vamos ver como a coisa se desenrola com base nisso…

Agora, além de me dizer se eu atingi ou não a meta, o que eu curti mesmo foram outras informações que o resumo me trouxe – você pode ler tudo aqui – como essa aqui:

Eu juro que achava que Outlander tinha mais de 1.000 páginas!!!! Eu gostei muito do primeiro livro da saga que tem conquistado pessoas no mundo todo, mas aqui entre nós ele podia ter o metade de páginas que o efeito seria o mesmo, são muitas as cenas que se repetem, mudando apenas cenário e personagens. Na verdade acho que este é um dos motivos da série de TV ter funcionado tão bem, porque o que foi cortado não era necessário.

Ainda: apesar de gostar bastante do livros, não fiquei com vontade suficiente de encarar os seguintes, principalmente considerando que eles ficaram ainda maiores. Vou assistir a segunda temporada da série agora e vamos ser se isso me anima.

O Dia em que a Inspiração apareceu foi um dos mais queridos do ano, aqueles que vão para a fila dos favoritos para a vida. Indico muito para quem gostar de escrever e como ele é curtinho, você termina rapidinho. Ainda: está em promoção na Amazon e é de graça para quem tem o Kindle Unlimited!!!

Já falando em popularidade, era meio óbvio que os livros de John Green aparecessem em melhor posição. Meu favorito continua sendo A Culpa é das Estrelas, mas Quem é você, Alasca? também é bem interessante, falando de depressão na juventude, um tema bem espinhoso.

Já o livro da Ellen Degeneres não ficou entre os favoritos, como eu disse na época ele acaba sendo bem cansativo, como um interminável número de stand up.

E aí estão todos os livros lidos no ano. Como podem ver foi um ano de muitas cinco estrelas, com direitos a surpresas deliciosas!!

A série Divergente foi uma delas, devorei os três em um único final de semana. Os Garotos Corvos, Juntando Pedaços, Amy & Matthew, FanGirl e Will & Will também são livros juvenis – os tais young adults – que me conquistaram e que eu acho serem capazes de conquistar pessoas de todas as idades.

Os livros da Tess Gerritsen continuam tendo lugar garantido na estante e fiquei surpresa de acabar descobrindo que não tinha lido o primeiro dela, Chamado a Meia-noite, e ela já era muito boa.

Do lado oposto eu não recomendo: Anna e o Homem das Andorinhas, cujo final decepciona bastante, e O Homem do Castelo Alto, cuja série da Amazon é bem mais interessante.

Bom, para quem não tem Skoob, é só dar uma olhadinha no meu álbum no Flickr com as imagens e uma pequena resenha de todos os livros que li.

E, agora, me conta: qual foi o melhor livro que você leu em 2016? E o pior?

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