Scorpion: Da Bomb (2×15)

Ao que parece tínhamos bem mais motivos para não gostar de Merrick além do fato dele ser chato: o antigo superior de Cabe trabalhava para Pequim neste tempo todo e ninguém havia descoberto. Na verdade, aqui entre nós, ele poderia ter continuado enganando a todos não fosse arrogante demais e envolvido a equipe Scorpion em seu último plano maquiavélico – ouça agora em sua mente uma daquelas risadas HAHAHAHAHA de bruxas de filme infantil.

Claro, ele estava com o orgulho ferido porque perdeu sua posição e achou que poderia matar dois coelhos com uma cajadada só: derrubar a equipe e pagar sua dívida com o contratante, podendo se aposentar. De novo subestimando a inteligência do pessoal, tsc, tsc.

O roteiro acertou em só revelar o envolvimento dele na trama quase no final, até lá ficamos tensos o bastante com o equipe tendo de trabalhar disfarçadamente contra o objetivo da NASA de lançar um satélite espião enquanto a pobre moça do speed dating do episódio anterior foi obrigada a carregar uma bomba presa ao próprio corpo.

Bom, se alguém achava que o pior em um encontro poderia ser Walter escolhendo uma mesa ao lado da saída da cozinha, bem, isso foi elevado a um novo nível.

Scorpion Da Bomb 2x15 s02e15 Walter

Então, mesmo eu achando super heroico da parte dele entrar no meio do gel com a moça para impedir que a bomba acabasse por matá-la, até entendo ela não querendo ver o Walter nunca mais na vida dela. Na verdade eu entendo até se ela nunca mais quiser um encontro na vida dela.

Quanto ao Walter, bem, ele pode até casar com a Paige depois dela pedir o tal arenque no azeite que deve feder por semanas.

P.S. Sim, eu sei, a revelação veio só no final, mas a gente desconfiou do Merrick o tempo todo.

P.S. do P.S. Pelo menos eles explodiram a bomba, isso foi uma surpresa.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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