Crossing Lines: Obscura (3×12)

E eu tinha ficado devendo o texto sobre o final da temporada de Crossing Lines, certo? Se esse fosse o único que estou devendo, semana que vem Supernatural volta pra telinha do Warner – eu já tinha contado lá na fanpage, corre e curte para não ficar de fora das novidades da programação – e até agora eu não falei do meu descontentamento com a trama do Dean demônio.

Bom, se as duas séries nada tem de relacionadas, podemos dizer que meus sentimentos com relação ao final da terceira temporada de Crossing Lines não foi muito diferente do que falei aí em cima: um tanto de descontentamento.

Se foi possível elogiar alguns episódios desta nova fase, a grande verdade é que ela foi bem irregular: a total falta de explicação do que aconteceu com os personagens antigos incomodou em vários momentos; a centralização dos primeiros episódios em Constante nos deu uma mensagem de protagonismo que depois foi esquecida e a trama de encontrar sua irmã acabou sempre correndo em paralelo, sem grande destaque, até que este episódio nos deixou morrendo de vontade de saber mais e ficamos assim.

Tivemos o episódio dividido em duas frentes: enquanto a equipe procurava por uma assassina profissional disposta a tudo para se vingar do líder de um partido político racista-preconceituoso-horrível, Constante partia atrás de pistas sobre sua irmã descobertas por Sebastian.

Crossing Lines Obscura 3x12 s03e12

A trama principal ofereceu vários momentos de confronto devido a presença da Arabella no time, ainda assim eu sinto o roteiro tratando o assunto de forma bastante superficial, ainda mais se considerarmos que este é o segundo episódio que mostra os riscos adicionais que a investigadora passa.

Além disso, todos nós ficamos meio com vontade de ver o tal líder partidário morto, não é verdade?

E a superficialidade não melhora quando o assunto é a busca de Constante: ele chega a um acampamento cigano em que um homem viu sua irmã. O que esse homem contou a  ele? A irmã de Constante está viva?

Bom, isso ficou para a próxima temporada. Lembrando que ela não foi confirmada ainda.

P.S. Olha, já é a terceira série policial que mostra como as impressoras 3D podem ser usadas para fazer armas que passam por detectores de metal. Será que a polícia de verdade já pensou nisso ou a facilidade com que eles mostram a coisa sendo feita tem sido exagerada pelos roteiros?

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

3 Comentários


  1. Espero que a resposta de sua última pergunta seja sim, o uso está sendo exagerado. Quanto à série, tirando o fato de que gosto dos personagens, fica sempre essa superficialidade. A trama é típica das séries européias, que gastam vários episódios em um único crime, que é geralmente bem complexo. Mas o resolvem em um único episódio, o que faz perder a boa trama criada.

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    1. As séries européias tendem a ter um caso por temporada, sendo desmontado pouco a pouco. Aqui eles ainda não acertaram a mão entre complexidade dos casos e solução adequada.

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