Crossing Lines: Enemy of the People (3×10)

Mais um ótimo episódio de Crossing Lines e eu praticamente vi Goran saindo de seu personagem e assumindo o lado fã demais de futebol que ele carrega porque toda a empolgação que ele demonstrou foi bom diferente de tudo que vimos em Constante até aqui.

A equipe, desta vez, deixa Haia para investigar a estranha explosão em um estádio de futebol que acabou por matar alguns jogadores estrangeiros. Sim, a primeira vista tudo poderia parecer um tanto fora de propósito, como outros casos investigados antes pareciam, até o momento em que se revela uma trama bastante elaborada para lucrar com o mercado de apostas em futebol no mundo todo.

A investigação acabou por colocar Sebastian fora do escritório, em uma das melhores sequências que a série teve, tanto pela atuação de Constante como bêbado como por Dorn e Carine tendo que agir par manter o chefão da operação fora do cassino.

A medida que esta temporada avança, na verdade, tenho o prazer de ver o foco em Constante diminuir e os demais personagens ganhando espaço, o que torna mais interessante tudo na série, afinal é a contribuição de cada um que faz as investigações ficarem mais interessantes.

crossing lines enemy of people 3x10 s03e10

O episódio também foi marcado pelo racismo, de forma semelhante ao que aconteceu em Grey’s Anatomy na segunda, mas aqui em sua forma mais crua: pessoas que não veem problema em praticar a violência por causa dele. Daquelas coisas que nos fazem duvidar da humanidade.

P.S. Nada como uma tarde com cerveja pro pessoal superar a dor de cotovelo, risos.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

4 Comentários


  1. O episodio foi tão bom que deu vontade de estar junto com eles no final.

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  2. A Arabela presa naquele trailer, foi algo desesperador. E infelizmente vários jogadores negros e latinos, qdo vão jogar na Europa, sofrem com o racismo.

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    1. Gente, eu não consigo imaginar o que seria passar por aquilo. A grande verdade é que os países europeus são ainda mais racista que aqui e nos EUA porque a presença negra é menor e aconteceu quando eles já eram países com bastante história. Para quem não é isso soa muito, MUITO, absurdo.

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