Scandal: The Key (4×05)

E agora a gente entendeu a história da filha de Catherine, a colega da Olivia, porque eu já achava que a história tinha se encerrado quando ela virou o mistério da temporada – pensem bem: todo o resto a gente já sabe – por conta de uma chave escondida dentro de um corpo.

Enquanto isso a moça nem tem ideia de que o namorado que não retorna suas ligações está preso porque o pai dela o acusou de ter matado o filho do Quase-Kennedy – coisa que ele mesmo fez – e porque o presidente bem quer que ele seja culpado disso para ter motivo de lhe partir a cara.

E o que a Olivia Papo faz quando o Cyrus lhe conta a “verdade”? Enche a cara e acredita. Acredita que foi ele que matou o Harrison, acredita que foi ele que matou o filho do presidente, deve acreditar que foi ele que planejou a explosão na igreja na temporada passada.

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Me poupe, Papo. O pai dela é o MAIOR canalha – a gente adora ele em cena, mas ele é um canalha -, matou meio mundo, manteve a ex-esposa presa num buraco, mas ela acredita nele e acha que o bom moço Jake é um assassino frio.

Todo mundo sabe quem o pai dela é, mas todo mundo acredita nele.

Por lá ainda o bêbado David e a bêbada Mellie, os dois sem perceber que foi a Olivia que acabou com a vida deles… Mellie ainda entrou numa viagem de que a morte do filho teve um propósito, voltando ao irritante estágio inicial dela quando achava que Fitz era um predestinado.

Tô quase descendo desse trem.

P.S. Jake pensando nos bons tempos da praia enquanto Quase-Kennedy lhe enche de porrada. Quase passei mal.

P.S. do P.S. Se Jake é o único personagem que consegue traçar um caminho e segui-lo sem ser conduzido pelos interesses da Olivia, Cyrus é aquele que simplesmente sumiu ao longo das temporadas, sem uma cena que realmente seja relevante, que seja ele o único que pudesse fazê-la.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

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