The Blacklist: The Kenyon Family (2×12)

O décimo segundo episódio desta temporada de The Blacklist chegou com jeito de dejá vu para mim, seja por conta da segunda temporada de The Following, quando um culto semelhante ao mostrado aqui se torna lar para o assassino em fuga, seja porque em Criminal Minds mesmo eles também abordaram o tema em um episódio, seja porque acabo de ler Gélido, livro de Tess Gerritsen com as personagens Rizzoli e Isles da série de TV, também com foco no tema.

Seria uma daquelas coisas em que o universo conspira e todos falam do assunto, talvez porque seja algo em evidência lá pelos EUA, não sei, ou seria apenas uma coincidência?

De qualquer forma, aqui o tal culto se torna ponto de atenção do FBI quando Red conta que ele também serve para guardar armas de variados bandidos pelo mundo e, enquanto o pessoal do FBI tenta entender o que aconteceu com os moradores do local, todos mortos, a gente tem certeza de que o Red deve estar querendo mais alguma coisa.

Um dos acertos do episódio foram as cenas de entrada no tal sítio, quando os corpos são encontrados, bem como uma pequena testemunha, e em seguida o pessoal acaba sendo atacado pelo mesmo grupo que deu fim ao culto. Eu realmente fiquei tensa com tudo aquilo acontecendo, ainda mais porque a gente não fazia ideia do que era esse outro grupo.

A descoberta de que ele era formado pelos garotos um dia colocados para fora do culto foi a perfeita explicação – passei a nem sentir mais pena do pessoal morto na cena do início do episódio – dada no momento certo.

E nada de golpe de Red. Quer dizer, talvez ele apenas quisesse o pessoal do FBI focado em outra coisa enquanto ele ia atrás do cofre de Alan Fitch – precisando da ajuda de Glen, o único homem que eu já vi tirar Red tanto do sério a ponto dele nem ter uma frase inteligente para dizer.

The Blacklist

Um número de telefone guardado em um cofre. Bom, deve ser algo realmente importante.

Ah, sim, Cooper está doente. E eu não ligo a mínima.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. O Cooper doente, os roteiristas vão ficar rodeando, rodeando, ao invés de matá-lo logo.
    Toda série americana, sempre abre espaço para mostrar algum culto religioso. É que aconteceu com Orphan Black e em Helix tbem.

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