Criminal Minds: Gatekeeper (9×7)

Vou confessar: é mais fácil falar de episódio e séries ruins do que das que eu adoro. Isso porque eu acho mais fácil fazer graça do que não me tornar repetitiva. Por exemplo: o que dizer quando ainda estamos no comecinho da temporada e Criminal Minds está tão redondinha? Até Hotch sorrindo a gente teve!

Criminal Minds: Gatekeeper (9x7)

Sim, a gente ainda esbarra na questão do “afinal por que chamaram essa equipe para o caso” uma vez ou outra, mas ainda assim eles andam executando as investigações direitinho e esses assassinos continuam sendo de arrepiar, ainda que numa medida menos “negra” que na temporada passada, que eu considerei especialmente pesada.

Sim, essa versão de Janela Indiscreta em que o assassino é também quem vigia pela janela é de assustar, ainda assim na temporada passada eu acho que escolheram perfis mais sádicos e, talvez por isso, mais difíceis de entendermos porque faziam o que faziam. Aqui você se assusta, mas ainda tem “alguma mínima” empatia pelo sofrimento de um homem que ao perder seu filho se sentiu o mais impotente e tenta de todo modo mostrar que será capaz de proteger o outro.

De uma maneira completamente louca, mas ainda assim era isso que ele queria, uma moral distorcida.

Mas o destaque da noite ficou para Rossi e sua despedida de um bar importante em sua vida e Reid fazendo o parto da esposa do assassino. Reid: obrigada por demonstrar que conhecer a teoria não é de todo inútil. O que foi ele dizendo que decorou o passo a passo para o caso da JJ precisar? Muito amor por esse rapaz!

E quanto ao Rossi: bom, eu achei esse seu apego ao bar muito interessante, ainda mais se considerarmos que ele escolheu aquele fuzileiro para o altar no apartamento de Penélope na semana passada. Acho que nenhum de nós sequer consegue imaginar o que esses fuzileiros, o que a história dele na guerra significou em sua vida, maseu entendo melhor que foi bem mais que qualquer um de seus casamentos…

“A coisa mais importante que os pais podem ensinar aos filhos, é como se cuidarem, sem eles.” – Frank Clark.

P.S. Já falei para vocês seguirem o twitter do Joe Mantegna e o Instagram do Shemar Moore? Sei que dei a dica na fanpage, mas acho que não comentei por aqui. É simplesmente uma delícia ver a via pelos olhos desses dois.

P.S. do P.S. Por lá já começaram as filmagens do 200° episódio, com direito a participação da Paget Brewster. Animados levantem a mão! o/

P.S. do P.S. do P.S. Outro dia eu estava assistindo a Dharma&Greg no Comedy Central e minha mente quase explodiu. Para quem não conhece essa é uma sitcom dos anos 90 cujo casal principal é interpretado pela linda Jenna Elfman e pelo charmoso Thomas Gibson. Greg seria um pré-Hotchner: sério, advogado, de família toda certinha. Dharma é de uma família hippie e professora de ioga. Pois bem, nesse episódio da semana passada a mãe de Greg, interpretada pela mesma atriz que faz a mãe do Castle, ia ganhar o prêmio Hofstader. Nossa, minha mente explodiu mil vez de tantas referências ao mesmo tempo!

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

1 comentário


  1. Simone, eu assistia Dharma & Greg e o que me atraiu primeiro em Criminal Minds foi saber que teria o Thomas Gibson no elenco. Eu já tinha comentado aqui antes sobre a Susan Sullivan ser mãe de dois personagens que gosto muito. Quanto ao episódio, adorei o final.

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