Blue Bloods: Men in Black (3×14)

Um episodio redondinho de Blue Bloods sempre me faz encerrar a semana mais feliz.

Blue Bloods: Men in Black (3x14)

Erin: Como pais nosso primeiro instinto é arrumar tudo e algumas vezes isso é o pior a fazer.

Até porque, mesmo sendo apaixonada por um serial killer aqui e outro ali, é muito bom ver quem faz o certo se dando bem, uma família encerrando a semana com todos juntos, quem faz o errado atrás das grades… Ou cumprindo 1000 horas de serviço comunitário – o que deve fazer um bem enorme para uma garota que tem todo jeito de que nunca arrumou a própria cama.

Três histórias muito bem contadas: o assassinato do novo rabino causado pelo mais comum dos motivos, uma menina que acredita ser o umbigo do mundo desrespeitando os outros, pais que perderam seu filho para uma doença e seguiram em frente.

Na primeira, confesso, acabei surpresa, achava que o irmão poderia tê-lo matado ou ainda que algo muito sórdido tivesse sido escondido – não consigo achar um caso e um problema no casamento algo sórdido a esta altura do campeonato da vida – e ao invés disso um homem que mata outro por ser apaixonado pela esposa do segundo. Ainda me impressiono com as pessoas fazendo coisas e “culpando” terceiros, afinal é isso que ele faz ao dizer que matou por ela. Cara pálida, você matou porque quis, simples assim.

Já, do outro lado, eu esperava exatamente o que recebemos de Frank: ele não se envolveu no caso da filha do ex-prefeito. A surpresa, aqui, veio de Erin nos mostrando que com certeza conseguirá transmitir o legado de seu pai adiante – e eu nunca a imaginaria batendo com o carro da vizinha, ela me parece certinha demais, sabem? Gostei porque Levins, ao contrário do caminho fácil, resolveu que era hora de ensinar a sua filha uma importante lição. Espero não ser tarde demais.

Finalmente, a revelação sobre Peter, o irmão mais velho de Frank. Engraçado a mãe dele escolher não contar o ocorrido para que o filho não sentisse saudades de alguém que ele nem conheceu… Achei bonito e ao mesmo tempo tão, tão triste: imagine as saudades que ela sentiu sozinha?

P.S. Como assim Danny? Uma mulher não pode ser comissária? Caiu no meu conceito.

P.S. do P.S. Curiosa de comer aquelas comidas judaicas, mais alguém?

P.S. do P.S. do P.S. Danny usando aquele chapéu – alguém lembra o nome? Tá, talvez ele mereça um desconto por sua declaração no jantar só por causa disso.

Escrito por Simone Miletic

Formada em contabilidade, sempre teve paixão pela palavra escrita, como leitora e escritora. Acabou virando blogueira.

Escreve sobre suas paixões, ainda que algumas venham e vão ao sabor do tempo. As que sempre ficam: cinema, literatura, séries e animais.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *