Um dia no Zôo

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Quem conhece a família sabe: o amor pelo Zoológico de São Paulo é imenso como seu tamanho – o maior da América Latina, sabiam? – e se pudéssemos estaríamos por lá todo mês. A última visita tinha sido em Julho – e na Páscoa fomos ao Zôo Safári lembram?- e a saudade já batia quando chegou um convite do pessoal da Nokia para um dia por lá entre família e amigos (o convite veio por intermédio da minha amiga Sam, mais um para agradecer a ela).

O passeio incluía visita guiada – fomos conduzidos pela gentil e sorridente bióloga Janaína que já trabalhou por dois anos lá – e um piquenique. O dia amanheceu fresco e com céu azul para ajudar no divertimento. A visita foi curta, o que é uma pena, mas é realmente impossível ver tudo em apenas um dia por lá, mas proveitosa.

Aprendi que meu animal favorito chama Teresita, a elefoa, um charme. Em equivalente medida, mas em diferente sentido, descobri que ela foi resgatada de um circo aonde, além de ter suas presas retiradas, foi maltratada sendo colocada em cima de chapas quentes para aprender a dançar (sim, pensei um sem número de palavrões nessa hora), o que encheu meus olhos de lágrimas.

Também aprendo que as hipopótamas precisam viver separadas, pois são territorialistas, e que uma delas se chama Sininho e é filha da hipopótama que mais viveu em cativeiro por estes lados, longos 56 anos, e que o tigre branco não é um outro tipo de tigre, mas um tigre que nasce diferente dos demais em uma mesma ninhada, assim como nascem onças pretas entres as rajadas.

Ainda tive aulas sobre ornitorrincos, apesar de eles não estarem por lá – e quem me ensinou sobre eles foi meu companheiro de aventura Enzo – e sobre o fato de que os macacos são mais parecidos com os humanos do que pensamos e que não gostam nada nada dessa história de viverem em cativeiro… E que jogam cocô nos outros quando estão bravos (não sei vocês, mas me imaginei em diferentes situações querendo fazer o mesmo).

Ah, e vocês sabiam que o rabo de alguns tipos de macaco funciona como se fosse um braço mesmo, com movimento independente e sendo usado até para fazer carinho uns nos outros? Eu não sabia e me diverti aprendendo, o que na verdade foi o maior ganho do dia.

Além disso, depois de andar andar andar, fomos recebido em um espaço gramado cheio de deliciosas cobertas, almofadas e quitutes, aonde as crianças puderam correr mais um tanto, a energia deles é inesgotável, e nós conversarmos outro tanto trocando experiências e ideias. Pude reencontrar amigas queridas, ver como a criançada realmente estica e conhecer muita gente legal.

Ah, e porque a Nokia fez tudo isso? Bom, a ideia era mostrar através da criançada como é fácil usar os celulares da linha Lumia, então um celular foi entregue a cada criança ao longo do passeio para que pudessem fotografar e compartilhar nas redes sociais, além de, é claro, se divertirem na ida com os joguinhos disponíveis para Windows Phone – na volta voltaram capotados, entendam.

E em um momento como esse eu lembro de uma entrevista do Maurício de Sousa – que já devo ter citado aqui mais vezes do que seria possível – em que ele falava de que a maravilha dessas novas gerações é justamente poder aproveitar tudo: dá pra ter os programas que tivemos quando criança com o mesmo fascínio e ainda curtir as novidades tecnológicas de forma lúdica e divertida. O real e o virtual juntos, dependendo da forma que você aproveita, encara, tornam as experiências mais ricas.

E, como vocês me conhecem, eu acho legal quando uma empresa usa uma forma interessante e diferente de entregar a sua mensagem – por exemplo poderiam ter simplesmente nos colocado em um evento com alguém explicando as funções e vantagens do aparelho, provavelmente sozinhos, sem a família. Aqui eles nos levaram a um programa ótimo – me surpreendi com o número de família que nunca tinha estado no zôo – e ainda deram seu recado.

 

2013-04-20

Em tempo, no passeio a Carol usou um Lumia 720 com uma telona enorme de excelente nitidez e leve, apesar do tamanhão. O aparelho é dotado com câmera de 6.7 megapixels e lentes Carls Zeiss, mas o que impressiona mesmo são as cores. Confesso, mesmo sendo uma feliz e apaixonada proprietária do iPhone eu ainda me lembro com amor de meu N95 e sua câmera poderosa.

A filhota gostou do aparelho, mas assim como a mãe, padeceu para se acostumar com os diferentes botões de funções. Sim, Steve Jobs nos acostumou mal e sabia o que fazia quando criou o tal botão Início. Também não achamos tão simples o uso, talvez porque também nos acostumamos aos ícones do padrão iOs, ainda assim gostei bastante do aparelho e, no final das contas, costume é coisa que se aprende mesmo.

A despeito da câmera e tela o principal diferencial do aparelho é o efeito no bolso: com a desoneração ele será vendido por  R$969, muito abaixo do preço de seus concorrentes diretos.

Pensando alto: a forma como o mundo lhe trata é na verdade equivalente a forma que você olha o mundo. Então, quando você só vê o lado ruim das coisas ou pessoas perde a oportunidade de aproveitar os bons momentos e os sorrisos que surgem com eles.

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